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terça-feira, 28 de julho de 2009

Bruno


Depois de mais um dia de correria louca para cumprir prazos (tem sido assim na última semana) e de ouvir mais uma das inusitadas e inapropriadas perguntas do chefe/patrão (depois de lhe ter respondido não à pergunta se estava mal-disposta ou com dores de cabeça, ouvi "Está com o período?" Após, mostrar o meu desagrado com a pergunta efectuada, ainda ouvi que ,nos tempos que correm, fazer esta pergunta é normal e não é uma invasão de privacidade. Pois claro que não, pensei eu, se eu estivesse a falar com pessoas com quem tenha alguma intimidade e/ou com que conviva, socialmente, o que não é o caso)...

... depois de tudo isto e de ter almoçado uma sopa em 15 minutos e de ter saído 1 hora depois da hora, achei que tinha direito e que precisava de algo para me rir e descontrair.
Daí até ir ao cinema ver o Bruno, foi um instante.

Ri-me do princípio ao fim, apenas com um intervalo para um momento de choque que gelou toda a sala de cinema: a altura em que é abordada a questão das crianças/bebés-modelo é aterradora. É impressionante, muito pela negativa, aquilo que os pais estão dispostos a fazer para ganhar dinheiro através dos filhos. Uma das mães chegou a dizer/concordar que, se fosse necessário, a sua filha de 11 kg (um bebé, portanto), poderia perder 4 a 5 kg, numa semana ,para fazer parte de uma filmagem. Não bastando, concordou, também, que se a bebé não conseguisse perder os kg necessários, faria uma lipoaspiração. E, isto, é só a ponta do icerberg.

O filme tem momentos hilários de tão estúpidos que são. Mas, era isto mesmo que eu estava a precisar.
Tem muitos outros momentos, também eles hilários, mas que mostram muito a realidade americana acerca dos pensamentos e comportamentos homofóbicos, por exemplo.

Vale a pena ir ver.


segunda-feira, 13 de abril de 2009

Algures entre Santiago e S. Domingos da Serra...

Aproveitei os raios de sol que se deixaram ver, acompanhados de ventinho fresco, na passada sexta-feira, para dar um passeio lá pela terra...




domingo, 18 de janeiro de 2009

Centro Cultural de Cascais

Desta vez, foram 5 em 1, ou melhor 6 em 1: 5 exposições e um concerto de música clássica.

No Centro Cultural de Cascais, tive a oportunidade de visitar 5 exposições de uma só vez.
Infelizmente, não é permitido fotografar, por isso deixo-vos links para sites onde poderão saber mais sobre os artistas e/ou as obras.

Iniciei a visita com os trabalhos artísticos dos alunos do Colégio Amor de Deus: trabalhos muito interessantes!
Depois, as obras de Xico Fran, sob o tema Jazz. Como a exposição só estava patente até hojem fiquei muito contente por não a ter pedirdo: seria uma falha!
Passei, então, por uma pequena mostra de loiça das Caldas (não, nada disso que estão a pensar. As peças são inspiradas em loiça francesa. Não é algo do meu gosto, mas ver e conhecer não tira pedaço.
As obras de Justino Alves foram as que se seguiram: 36 obras de estudo da forma geométrica. Interessante, mas continuo a prefirir o abstracto menos definido (a decorrer até 2 de Fevereiro).
Por fim, pude apreciar "Três homens numa barca": exposição colectiva de Fernando Vidal, Freitas Cruz e Rui Aço. O primeiro tem peças belíssimas, tanto na cor como na forma (a decorrer até 15 de Fevereiro).

A tarde continuou no Auditório do Centro Cultural de Cascais, para as comemorações dos 200 anos da morte de Joseph Haydn, com um concerto de Moscow Piano Quartet, com peças do próprio homenageado.
Franz Joseph Haydn foi um dos mais importantes compositores do período clássico e um dos mais apreciados, mundialmente.
O Moscow Piano Quartet é composto por Alexei Eremenine, no piano, José Pereira, no violino, Alexandre Delgado, na violeta e Guenrikh Elessine, no violoncelo. Apresentaram-se com Arthur Soulèv, no violino, como artista convidado e o programa era este:

Trio com Piano em fá maior H. XV n.º 6 (1784)
I. Vivace
II. Tempo di minuetto

Quarteto de Cordas em si menor op. 33 n.º 1 (1781)
I. Allegro moderato
II. Scherzo: Allegro
III. Andante
IV. Presto

Trio com Piano em mi bemol maior H. XV n.º 30 (1796)
I. Allegro moderato
II. Andante con moto (attacca:)
III. Presto

Quarteto de Cordas em dó maior op. 76 n.º 3, "Imperador" (1797)
I. Allegro
II. Poco adágio, cantabile
III. Menuetto: Allegro
IV. Finale. Presto


Centro Cultural Olga Cadaval

Sintra comemorou o aniversário do nascimento da Marquesa de Cadaval, com um concerto da Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, no Centro Cultural Olga Cadaval.

Foi mais uma oportunidade para ver e conhecer coisas novas. Nunca tinha assistido a um concerto de música clássica e não sabia quem era a Marquesa do Cadaval. Mas, a vida é isto mesmo: experiências e aprendizagem.

A Marquesa de Cadaval nasceu em Turim, a 17 de Janeiro de 1900. Durante a I Guerra Mundial, foi voluntária da Cruz Vermelha como enfermeira radiologista. Foi por essa altura que conheceu Dom António Caetano Álvares Pereira de Melo, Marquês de Cadaval, com quem casou em Julho de 1926.

Três anos mais tarde, o casal veio para Portugal onde se instalou na Quinta da Piedade. Dom António morreu em 1939. Dona Olga, mãe de duas filhas, jovem viúva, dedicou-se às actividades musicais. Tornou-se Presidente da Sociedade de Concertos – fundada em 1917 por José Vianna da Motta.

A Marquesa apoiou, financeiramente e não só, vários jovens artistas.

Saiba mais em: Olga Cadaval


A Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras (OCCO), é considerada, por muitos, como uma das melhores formações deste género, em Portugal.

Saiba mais em: OCCO


A Orquestra presenteou-nos com o seguinte programa:

J. Vianna da Motta
"Scenas nas Montanhas" Op. 14
Adágio. Doppio movimento

B. Britten
"Sentimental Saraband"
Frolicsome Finale da Sinfonia Simples

G- Zlatev-Cherkin
"Svedana" para violino e cordas

P. I. Tchaikovsky
"Serenada" Op. 48
Pezzo in forma di Sonatina.
Walzer.
Élégie-
Finale.

domingo, 11 de janeiro de 2009

Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão

Depois da visita ao Museu Calouste Gulbenkian, e, desta feita, de novo, flying solo, fui visitar o Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão (ufa, que nome grande!!).

O Centro fica no Jardim da Gulbenkian e tem o nome do primeiro presidente desta Fundação.
A colecção de arte, constituída por pinturas, esculturas e instalações, vem sendo constituída desde os anos 50 e reúne trabalhos de artistas de todo o século XX até à actualidade.

Alguns dos artistas cujos trabalhos podemos ver neste Centro: Amadeo de Souza-Cardoso, José de Almada Negreiros, Maria Keil, António Dacosta, Júlio Pomar, Maria Helena Vieira da Silva, Emmérico Nunes, Julião Sarmento, Menez, Paula Rêgo...

Estes são, apenas, alguns dos muitos que estão representados no Centro...


Victor Palla - S/ título (bailarina e cadeiras) - (fotografia p/b)

Paula Rego - "Mãe" (pastel)

Ofélia Marques - S/ título (tinta-da-china)

Michael Andrews - "The Family in the Garden" (óleo)

Júlio Pomar - "Campinos" (óleo)

Julião Sarmento - "Noites Brancas" (técnica mista)

Jorge Pinheiro - "Bispo (azul)" (óleo)

Jan Voss - S/ título (óleo)

Noé Sendas - "The Rest is Silence II" (instalação)
Pedro Cabrita Reis - ""White Pantings"

Bruno Pacheco - "Sunshine and Sentiment" (tinta acrílica)

José de Almada Negreiros - "Retrato de Fernando Pessoa" (óleo)

Abel Manta - "Praça de Camões" (óleo)

Ver mais: CAMJAP


domingo, 4 de janeiro de 2009

Como perder amigos e alienar outros


E se, de repente, tivesse bilhetes de cinema grátis?
Ía ao cinema como se não houvesse amanhã... heheh...

Eu que, no ano passado, fui ao cinema uma vez (vi o Mamma Mia - uma comédia musical divertida e agradável), vou chegar ao fim de 2009, com, espero, 52 filmes no bucho!

E tudo começou com "Como perder amigos e alinear outros" ("How to lose friends & alienate people", no original).

É uma comédia inglesa passada em Manhattan, com um jornalista como personagem principal. Sidney Young, um jornalista desastrado e mal-educado, é convidado para trabalhar numa prestigiada revista sobre celebridades, em Nova Iorque.
O começo não foi fácil, mas, devido a várias circunstâncias, acaba por adaptar-se a um mundo diferente.
Depois de vender a alma ao diabo, será que é possível voltar atrás?

Uma comédia divertida com um fim esperado.
Não entendo o título na íntegra: como perder amigos? Alienar os outros, sim.


Museu do Bonsai



Depois de estar fechada dentro de uma galeria, por mais interessante que seja (e foi!), sabe, sempre, bem um passeio ao ar livre, principalmente, numa bela manhã de sol.

A caminho de Sintra, no lado esquerdo de quem desce, um pouco mais abaixo da "Casa do Preto", está o Museu do Bonsai.

Um pequeno jardim encantador, cheio de várias espécies de Bonsais, de vários tamanhos e preços (variam entre os 7,50€ e os 20.000€).
Ao longo da exposição, encontramos vários textos explicativos acerca do início dos Bonsais, tratamentos, técnicas, etc....
Na loja, mais Bonsais para escolher e admirar e um atendimento muito simpático.


Não consegui resistir e adoptei um Bonsai e trouxe um outro para a minha cunhada!

Outra visita que vale muito a pena!




Exposição Corpo e Matéria

"Corpo e Matéria, Cinco Artistas da Madeira", é uma exposição da Colecção Berardo comissariada por Romaric Sulger Büel, que está patente no Sintra Museu de Arte Moderna até ao próximo dia 15 de Março.

A exposição reúne o trabalho de cinco artistas da Madeira (Bridget Jones, DDiArte, Nini Andrade Silva, Emanuel Aguiar e Sílvio Cró), nas áreas da pintura, da fotografia e da escultura.

Vale bem a pena, pela variedade e pela novidade.
Gostei, em especial, das obras fotográficas de DDiArte, principalmente, da primeira obra que aqui apresento deles. O trabalho de escultura, por nunca ter visto do género, achei bastante interessante.
Algumas fotografias de Bridget Jones (não a do Mr. Darcy), são marcantes.

Sílvio Cró



Nini Andrade Silva



DDiArte (Diamantino Jesus e José Diogo)



Bridget Jones

Emanuel Aguiar

Mais informações: Berardo Collection

Nota: grátis aos domingos de manhã

Um passeio por Sintra...


Após uma ida frustrada ao cinema (parece que todo o Concelho de Cascais decidiu ir ao Centro Comercial), a tarde do dia 2 do novo ano foi passada em Sintra, num pequeno passeio a pé.

Mesmo com um céu cinzento e, acho que por isso mesmo, Sintra estava encantadora.



sábado, 1 de dezembro de 2007

Londreando...

Ai, Londres, Londres... how I miss you already!

Tenho a dizer que uma viagem a solo tem as suas vantagens. Apesar da ausência de companhia, para trocar opiniões, ouvir sugestões ou mesmo só para estar ao nosso lado, a viagem a solo significa: fazer e seguir os nossos planos sem ter que agradar a outrém; não ter ninguém a reclamar porque não se conseguiu ver aquele sítio; descansar e comer quando queremos ou precisamos... enfim... Viajar é sempre bom, quer sozinha, quer acompanhada. A minha primeira incursão em viagens a solo foi a Londres. Adorei e quero e vou voltar! Deixo-vos, aqui, uma pequena amostra do que foi.

1º dia
Este dia nem conta. Foi chegar ao fim do dia e ir para casa do primo. O primo e família foram óptimos anfitriões e havia sempre jantar caseiro... hummm... que bom! Obrigada por me terem acolhido!

2º dia
Grande caminhada a pé de Marble Arch até Leicester Square (é tão fácil andar de Metro em Londres).
Paragem em Clerkenwell (no Jardim da Igreja de St. James, onde vi, pela primeira vez, ao vivo, um esquilo... esteve um sentado, mesmo ao meu lado, nas costas do banco do jardim)
Trafalgar Square - WhiteHall Street - Espreitadela a Downing Street, nr. 10
Big Ben - Westminster Bridge - London Eye - Westminster Abbey


Big Ben


London Eye


Westminster Abbey


Marble Arch

3º dia
Picadilly Circus
St. James Park
Buckingham Palace
Hyde Park
Kensington Park & Kensington Palace
Albert Memorial e Albert Hall


St. James Park


Hyde Park


Kensington Park


Albert Memorial


Albert Hall

4º dia
St. Paul's Cathedral
Milleniumm Bridge - Tate Modern - Shakespeare's Globe Theatre
London Bridge - Cling Museum - Southwark Cathedral
City Hall - Tower Bridge - Tower of London
British Museum


St. Paul's Cathedral


Vista da Millennium Bridge


Tower Bridge


British Museum
(belas recordações de outra viagem)


5º dia
Madame Tussaud's
Regent Park
Sherlock Holmes Museum
Photographer's Gallery
Compras em Oxford Street


Regent's Park


Sherlock Holmes Museum


6º dia
Notting Hill
Viagem de regresso

PortoBello Road