Fazes-me falta!
Sinto-me sozinho!
Sinto falta do teu corpo aninhado no meu.
Sinto falta do teu calor nos meus pés.
Sinto falta do teu cheiro a pairar por toda a casa.
Sinto falta do teu sabor nos meus lábios, na minha boca.
Sinto saudades de ti, do teu sorriso, das tuas gargalhadas, das tuas palavras, dos teus abraços, dos teus beijos, do teu choro, das tuas lágrimas, da tua alegria e da tua tristeza, do teu humor, das tuas zangas, das tuas piadas, da tua cara, do teu corpo...
Sinto saudades de estar perto de ti.
Sinto saudades de te tocar, de te beijar, de te amar.
Sinto saudades tuas.
Preciso tanto de ti.
Por isso, não consigo dormir. Não consigo dormir, porque não suporto o silêncio, o vazio que tu deixaste. Não consigo dormir, porque, ao meu lado, na cama, não há ninguém. POrque, na almofada, não há ninguém; porque, nos lençóis, não há ninguém! Porque é que foste embora?
Sinto saudades de estar perto de ti.
Sinto saudades de te tocar, de te beijar, de te amar.
Sinto saudades tuas.
Preciso tanto de ti.
Por isso, não consigo dormir. Não consigo dormir, porque não suporto o silêncio, o vazio que tu nunca preencheste. Não consigo dormir, porque, ao meu lado, na cama, na almofada, nos lençóis, não houve ninguém! Porque é que nunca estiveste comigo?
Fazes-me falta!
sábado, 20 de agosto de 2005
Sem Título
É tudo uma questão de acessibilidade.
Ou se tenta chegar ou não se tenta. Ou se consegue chegar ou não se consegue. Ou se chega ou não se chega.
É tudo uma questão de acessibilidade. Ou se deixa chegar ou não se deixa. Ou se é acessível ou não.
É tudo uma questão de acessibilidade. Há coisas pelas quais vale a pena lutar, porque são acessíveis*. Outras há que nem valem a pena o esforço. Há coisas que devem ser procuradas, porque, quando atingidas, recompensam o esforço; outras, nem por isso.
* não entender acessíveis no sentido estrito da palavra
Ou se tenta chegar ou não se tenta. Ou se consegue chegar ou não se consegue. Ou se chega ou não se chega.
É tudo uma questão de acessibilidade. Ou se deixa chegar ou não se deixa. Ou se é acessível ou não.
É tudo uma questão de acessibilidade. Há coisas pelas quais vale a pena lutar, porque são acessíveis*. Outras há que nem valem a pena o esforço. Há coisas que devem ser procuradas, porque, quando atingidas, recompensam o esforço; outras, nem por isso.
* não entender acessíveis no sentido estrito da palavra
quinta-feira, 18 de agosto de 2005
Sem Título
Os outros não me interessam
quero sentir o cheiro do teu corpo
quero ouvir a tua voz no meu ouvido
quero sentir a tua mão no meu corpo
quero que sejas só minha
quero ser só teu
quero que me digas que me amas
quero que me ouças dizer que te amo
Diz-me, eu ouço - Amo-te
Ouve-me, eu digo - Amo-te
quero sentir o cheiro do teu corpo
quero ouvir a tua voz no meu ouvido
quero sentir a tua mão no meu corpo
quero que sejas só minha
quero ser só teu
quero que me digas que me amas
quero que me ouças dizer que te amo
Diz-me, eu ouço - Amo-te
Ouve-me, eu digo - Amo-te
sábado, 13 de agosto de 2005
Sem Título
Não sei se hei-de rir ou chorar
Não sei se hei-de sorrir ou gritar
Não sei se hei-de abraçar-te
ou simplesmente ignorar-te
Não sei o que hei-de fazer
se viver ou morrer
para te agradar
Não sei se hei-de sorrir ou gritar
Não sei se hei-de abraçar-te
ou simplesmente ignorar-te
Não sei o que hei-de fazer
se viver ou morrer
para te agradar
quarta-feira, 27 de julho de 2005
sábado, 16 de julho de 2005
quinta-feira, 14 de julho de 2005
sem título
Sinto falta do teu amor
do meu
do nosso
amor!
Tenho saudades do teu toque nos meus cabelos
no meu rosto
por todo o meu corpo
Sinto falta de amar!
de ser amada!
Volta para mim
Arranca de mim este sentimento de falta
esta sensação de vazio
esta frustração
Não vires as costas a uma pessoa necessitada
Não, não estou a morrer de fome
nem de frio
estou a morrer de solidão!
Volta para mim
"Haja o que houver
eu estou aqui".
Sabes onde me encontrar.
Não demores muito!
do meu
do nosso
amor!
Tenho saudades do teu toque nos meus cabelos
no meu rosto
por todo o meu corpo
Sinto falta de amar!
de ser amada!
Volta para mim
Arranca de mim este sentimento de falta
esta sensação de vazio
esta frustração
Não vires as costas a uma pessoa necessitada
Não, não estou a morrer de fome
nem de frio
estou a morrer de solidão!
Volta para mim
"Haja o que houver
eu estou aqui".
Sabes onde me encontrar.
Não demores muito!
terça-feira, 12 de julho de 2005
Incertezas...
Oiço passos...
Será um mar de solidão ou cheio de gente?
Será a pressa?
Será a calma?
A morte ou a vida,
o branco ou o preto?
Oiço passos...
É ele que vem ou vai?
Vai embora
da minha vida
para sempre,
ou só até amanhã?
Vem ter comigo,
dar-me um abraço,
um beijo,
um carinho,
para sempre,
ou só agora?
Oiço passos...
São ruidosos
Mas, perto ou longe?
Aqui ou lá?
Agora ou nunca?
Oiço passos...
Rápidos ou lentos?
A correr, marchar ou a pular?
Oiço passos.
Mas, não sei defini-los,
não sei de quem são,
de onde vêm
(ou) o que significam.
Mas, oiço-os, claramente,
distintamente.
Vão ou vêm;
se vêm, será que ficam?
Será um mar de solidão ou cheio de gente?
Será a pressa?
Será a calma?
A morte ou a vida,
o branco ou o preto?
Oiço passos...
É ele que vem ou vai?
Vai embora
da minha vida
para sempre,
ou só até amanhã?
Vem ter comigo,
dar-me um abraço,
um beijo,
um carinho,
para sempre,
ou só agora?
Oiço passos...
São ruidosos
Mas, perto ou longe?
Aqui ou lá?
Agora ou nunca?
Oiço passos...
Rápidos ou lentos?
A correr, marchar ou a pular?
Oiço passos.
Mas, não sei defini-los,
não sei de quem são,
de onde vêm
(ou) o que significam.
Mas, oiço-os, claramente,
distintamente.
Vão ou vêm;
se vêm, será que ficam?
04/03/97 - 19:20
Ainda na mesma senda...
se... se... se...
se tivesse feito...
se fosse assim...
se tivesse dito...
se...
tantos «ses» encontramos nas nossas vidas. Porém, elas são preenchidas com certezas, com factos concretos e não com meras hipóteses.
se tivesse feito...
se fosse assim...
se tivesse dito...
se...
tantos «ses» encontramos nas nossas vidas. Porém, elas são preenchidas com certezas, com factos concretos e não com meras hipóteses.
28/08/1996 - 17:15
sexta-feira, 8 de julho de 2005
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