segunda-feira, 26 de junho de 2006
sexta-feira, 23 de junho de 2006
quinta-feira, 22 de junho de 2006
Acontece...
Eu fui ao teu desencontro
Pra não te ver. Nunca mais!
Pra mostrar que sou dos tais
A quem dói o cotovelo
Eu fui ao teu desencontro
Para te desencontrar
E para descobiçar
As ondas do teu cabelo
Eu fui ao teu desencontro
Porque nada me dizias
Passa bem nem os bons dias
E fingias não me ver
Eu fui ao teu desencontro
Só para te desfalar
Para me desabraçar
Dos teus braços de mulher
Às vezes
Até parece
Que não vai dar
Não apetece
Não
E quando vamos largar
É que tudo acontece
Às vezes
Até parece
Que amamos fora de mão
Eu fui ao teu desencontro
Sem uma ponta de despeito
Nem sequer vi no teu peito
O coração de rubis
Eu fui ao teu desencontro
Só para te desbeijar
Para me descompassar
Da dança dos teus quadris
Quando nos desencontrámos
Deu-se a química secreta
Essa fórmula discreta
Em que somos equação
Pomos lá tudo o que temos
O que queremos e não queremos
E acabamos mais ou menos
Ao encontro da paixão.
Acontece - Luís Represas
Pra não te ver. Nunca mais!
Pra mostrar que sou dos tais
A quem dói o cotovelo
Eu fui ao teu desencontro
Para te desencontrar
E para descobiçar
As ondas do teu cabelo
Eu fui ao teu desencontro
Porque nada me dizias
Passa bem nem os bons dias
E fingias não me ver
Eu fui ao teu desencontro
Só para te desfalar
Para me desabraçar
Dos teus braços de mulher
Às vezes
Até parece
Que não vai dar
Não apetece
Não
E quando vamos largar
É que tudo acontece
Às vezes
Até parece
Que amamos fora de mão
Eu fui ao teu desencontro
Sem uma ponta de despeito
Nem sequer vi no teu peito
O coração de rubis
Eu fui ao teu desencontro
Só para te desbeijar
Para me descompassar
Da dança dos teus quadris
Quando nos desencontrámos
Deu-se a química secreta
Essa fórmula discreta
Em que somos equação
Pomos lá tudo o que temos
O que queremos e não queremos
E acabamos mais ou menos
Ao encontro da paixão.
Acontece - Luís Represas
quarta-feira, 21 de junho de 2006
segunda-feira, 19 de junho de 2006
Jogo do empurra
Não brinques tanto comigo ao jogo do empurra...
Não me afastes assim de ti...
Um dia caio, afasto-me e não me levanto, não me volto a aproximar.
Não, não é uma ameaça nem um aviso, é uma constatação... Eu, também, me canso!
Não me afastes assim de ti...
Um dia caio, afasto-me e não me levanto, não me volto a aproximar.
Não, não é uma ameaça nem um aviso, é uma constatação... Eu, também, me canso!
Cães e gatos...
Quem não tem cão, caça com gato.
E há tantos gatos por aí que querem caçar. Porque os gatos são uns brincalhões (eu bem sei, que tenho dois cá em casa)!
Sei que não é a mesma coisa: mas, enquanto não der para ter cão, fico-me pelos gatos!
E há tantos gatos por aí que querem caçar. Porque os gatos são uns brincalhões (eu bem sei, que tenho dois cá em casa)!
Sei que não é a mesma coisa: mas, enquanto não der para ter cão, fico-me pelos gatos!
Mimos...
domingo, 18 de junho de 2006
Melhores...
Melhor semana de 2006:
- a semana passada (estive de férias)
Melhor dia de 2006:
- 3 de Fevereiro
Melhor momento de 2006
- os que me fazem sorrir (são muitos)
- a semana passada (estive de férias)
Melhor dia de 2006:
- 3 de Fevereiro
Melhor momento de 2006
- os que me fazem sorrir (são muitos)
Lamento...
"Lamento a frieza das minhas palavras, mas não é de mim que precisas."
São, realmente, frias. As palavras. Mas, na frieza, está escondida uma necessidade. A necessidade de as ouvir. Apesar de frias.
Mereço mais e melhor. Quero mais e melhor. Obrigada pela frieza!
São, realmente, frias. As palavras. Mas, na frieza, está escondida uma necessidade. A necessidade de as ouvir. Apesar de frias.
Mereço mais e melhor. Quero mais e melhor. Obrigada pela frieza!
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