terça-feira, 4 de novembro de 2008

Em Português...


- Quê? O "inado" foi de férias?

* café-restaurante, em Armação de Pêra
(Agosto de 2008)


Experiências...

Sempre disse que não era para mim, que não fazia o meu género, que não gostava... mas nunca tinha experimentado.
Este ano, experimentei! Agora, posso dizê-lo com propriedade: não é para mim, não faz o meu género, não gosto! Eu sou muito mais quarto de hotel!
Toda aquela experiência de dormir no chão rodeada de paredes de tecido que não nos protegem do pó, do lixo (raminhos e folhas secas que entram connosco no "quarto"), do barulho dos vizinhos e do calor de manhã bem cedo, de sair do "quarto" directo para a rua, de me vestir num local onde não consigo estar de pé, de dividir a casa-de-banho com milhares de pessoas que não conheço (pronto, cada um toma a sua banhoca à vez, não há cá convivências...) é devastadora!
Não vou repetir, jamais!

Agradeço a quem me aturou nesse fim-de-semana: sei que não foi fácil!
Valeu pela companhia e pela diversão nocturna nos bares e ruas da localidade.

Para quem não sabe do que falei nos parágrafos acima, aqui segue um registo fotográfico da experiência.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Finding Neverland

Londres. 1903. O dramaturgo escocês J.M. Barrie (1860-1937) (Johnny Depp) assiste ao falhanço da sua mais recente peça. Na sua procura de inspiração pelos jardins de Kensington conhece a família Llewelyn Davies: quatro jovens rapazes e a sua mãe recentemente viúva, Sylvia (Kate Winslet). Apesar da desaprovação desta amizade por parte da mãe de Sylvia, Emma du Maurier (Julie Christie), e da própria mulher de Barrie, Mary (Radha Mitchell), a amizade com esta família, em especial através das brincadeiras com as crianças, serviu de matéria-prima para a famosa obra Peter Pan.

“Finding Neverland” fala de acreditar na magia, a magia das ligações entre as pessoas, a liberdade e a verdade que devemos manter connosco próprios. E, acima de tudo, de compreendermos o que realmente significa crescer, sem romper com o passado, mas aceitando-o, sabendo encontrar essa tal Terra do Nunca, um lugar para onde as crianças vão quando o seu ser terreno é obrigado a crescer, um lugar seguro, longe das mentiras do mundo adulto, onde estão sempre protegidos.

Realização: Marc Forster. Elenco: Johnny Depp, Kate Winslet, Julie Christie, Rhada Mitchell, Dustin Hoffman, Freddie Highmore, Joe Prospero, Nick Roud, Luke Spill, Ian Hart, Kelly Macdonald. Nacionalidade: EUA / Reino Unido, 2004.

Fonte: Cinerama



Um dos meus actores favoritos, pela sua versatilidade e pela fantástica interpretação das suas personagens, às quais se entrega de uma forma deliciosa!

Quero ver todos!

Filmografia / Biografia

Imagens:
http://www.reelingreviews.com
http://www.criticsrant.com


quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Grande Prémio da Actividade Física


No próximo dia 2 de Novembro, a pista do Autódromo do Estoril vai estar aberta para ser percorrida a pé, de bicicleta, de patins, de skate, de trotinete ou qualquer outro veículo não motorizado.

É o Grande Prémio da Actividade Física que começa às 10h com uma aula de aquecimento e termina às 12h30, com um aula de relaxamento.

Entre as 10h e as 13h existem actividades paralelas:
- animação de palco
- triciclos desportivos
- veículos a pedal

- trikes
- dirt surf
- insufláveis

- tag rugby

- papagaio de tracção

- orientação

- circuito de btt

- laser tag

A entrada é livre e o estacionamento gratuito.

Imagem: www.circuito-estoril.pt

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Em Português...

Procrastinar:
deixar para o dia de amanhã; adiar; protelar; demorar; espaçar; deferir; usar de delongas.

Em bom Português: não é ser preguiçoso, mas sim combater o stress, o lufa-lufa dos dias que correm.

Tampinhas


Lá entreguei 1100 tampinhas, cerca de 3 Kg de plástico, ao Projecto Tampinhas.

Tampas de detergentes (loiça, roupa, chão, casa-de-banho...), de higiene e beleza (cremes vários, champô, amaciador, gel de banho, sabonete líquido, pasta de dentes, desodorisantes, perfumes...), de alimentos (águas, sumos, leite, iogurtes, especiarias, patés, compotas, azeite, óleo...) e outros (canetas...).


Não importa o tamanho ou a proveniência, desde que sejam de plástico e estejam limpinhas!

Saiba mais em
"Projecto Tampinhas"

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Reciclar rolhas de cortiça

Mais material utilizado que podemos reencaminhar para a reciclagem em vez de para os aterros de lixo. Menos desperdício... mais ambiente saudável!

"Desde dia 5 de Junho, dia Mundial do Ambiente, que já é possível ir colocar as suas rolhas de cortiça para reciclagem nos hipermercados Continente, nos centros comerciais Dolce Vita e nos agrupamentos de Escuteiros do Corpo Nacional de Escutas."

Ver mais em: "Earth Condominium"

Imagem: www.alentejolitoral.pt

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Love unconditionally



I know a girl

She puts the color inside of my world
She's just like a maze
Where all of the walls all continually change
And I've done all I can
To stand on her steps with my heart in my hands
Now I'm starting to see
Maybe it's got nothing to do with me

Fathers be good to your daughters
Daughters will love like you do
Girls become lovers who turn into mothers
So mothers be good to your daughters too

Oh, you see that skin?
It's the same she's been standing in
Since the day she saw him walking away
Now she's left
Cleaning up the mess he made

Fathers be good to your daughters
Daughters will love like you do
Girls become lovers who turn into mothers
So mothers be good to your daughters too

Boys, you can break
You'll find out how much they can take
Boys will be strong
And boys soldier on
But boys would be gone without warmth from
A woman's good, good heart

On behalf of every man
Looking out for every girl
You are the god and the weight of her world

So fathers be good to your daughters
Daughters will love like you do
Girls become lovers who turn into mothers
So mothers be good to your daughters, too
So mothers be good to your daughters, too
So mothers be good to your daughters, too

"Daughters", John Mayer

Procuro...

longe daqui tens um segredo guardado
para abrir num lugar mais desejado

no lugar onde possas saber
que por ser segredo não podes dizer

serás tu a sombra que olhas no chão
serás a promessa que trazes na mão
de que serve o teu disfarce e o teu secreto olhar
se não tens ninguém a quem te revelar

serás o silêncio ou o sonho desfeito
será teu o grito que arrancas do peito
de que vale teres a lua e o céu inteiro para voar
se não tens ninguém a quem te poder dar

longe daqui tens um desejo fechado
para abrir num lugar mais arejado
no lugar onde possas saber
o que há já muito tempo ficou por dizer

serás tu a sombra que olhas no chão
serás a promessa que trazes na mão
de que serve o teu disfarce e o teu secreto olhar
se não tens ninguém a quem te revelar

serás o silêncio ou o sonho desfeito
será teu o grito que arrancas do peito
de que vale teres a lua e o céu inteiro para voar
se não tens ninguém a quem te poder dar

fixaste o teu olhar no meu
ficaste longe daqui... tu estás longe de ti
tão longe de nós
corres para te salvar noutro lugar

serás tu a sombra que olhas no chão
serás a promessa que trazes na mão
de que serve o teu disfarce e o teu secreto olhar
se não tens ninguém a quem te revelar

serás o silêncio ou o sonho desfeito
será teu o grito que arrancas do peito
de que vale teres a lua e o céu inteiro para voar
se não tens ninguém a quem te poder dar

"Um segredo fechado", Classificados

terça-feira, 1 de julho de 2008

A Sombra do Vento


Contra-capa:
Numa manhã de 1945, um rapaz é conduzido pelo pai a um lugar misterioso, oculto no coração da cidade velha: O Cemitério dos Livros Esquecidos. Aí, Daniel Sempere encontra um livro maldito que muda o rumo da sua vida e o arrasta para um labirinto de intrigas e segredos enterrados na alma obscura de Barcelona. Juntando as técnicas do relato de intriga e suspense, o romance histórico e a comédia de costumes, "A Sombra do Vento" é sobretudo uma trágica história de amor cujo eco se projecta através do tempo.


Excertos:

"Talvez fosse por isso que a adorava mais, por essa estupidez eterna de perseguir aqueles que nos fazem sofrer."

"... se algum dia tiver uma filha começará sem dar por isso a dividir os homens em duas categorias: os que suspeita que dormem com ela e os que não. Quem disser que não, mente com quantos dentes tem na boca."

"- Alguém disse uma vez que no momento em que paramos a pensar se gostamos de alguém, já deixamos de gostar dessa pessoa para sempre..."

"... um estranho nos vê como somos, e não como quer acreditar que somos."

"A maneira mais eficaz de tornar os pobres inofensivos é ensiná-los a quererem imitar os ricos. É esse o veneno com que o capitalismo cega..."

"Saberá o louco que está louco? Ou os loucos são os outros, que se empenham em convencê-lo da sua insanidade para salvaguardarem a sua existência de quimeras?"


"Bookcrossing - comentários"

sábado, 15 de março de 2008

Ervilhinhas

Hoje, resolvi fazer uma homenagem às minhas ervilhas e as quem as plantou.

Há muitos que lhes chamam ervilhinhas e eu resolvi adoptar essa designação.

Vão chegando uma a uma, com mais ou menos esforço, enchendo-nos de ansiedade e de alegria.
É assustador vê-los crescer lá dentro, sentir os pontapés, ver as ecos... assustador de tão bom e emocionante que é...

A primeira ervilha foi um ervilho: o G. que já cá está há uns anitos, poucos claro! Um menino rabino e com um sorriso tão traquinas, que não engana ninguém, mesmo que o quisesse (e não quer, podem ter a certeza). E tem uma mãe fantástica... não podia pedir uma mãe melhor. Parabéns P. pela pestinha maravilhosa que tens aí em casa.

Depois, veio a M. iluminar o olhar da R. e do Z. Tão linda que ela é: sempre de sorriso aberto, tão brincallhona e esperta. Uma ternura!

Agora, vem uma ervilha e um ervilho a caminho: a S. e o T.
A S. e o S. e a M. e o P., respectivamente, andam felicíssimos. Elas, resplandecentes e lindas... eles, como quaisquer futuros papás.

Nos entretantos, apareceram o A. e o D., também uns lindos. E a caminho, vem, também, a R.

Estou a ficar rodeada de pequenas ervilhas por todos os lados. E, a mim, parece-me que isto não vai acabar por aqui. Ainda há quem não tenha passado pela experiência. E vai ser vê-los a crescer lindos, ruidosos, meigos, endiabrados, brincalhões, espertos.

Vai ser muito bom... já o está a ser!

Por isso, o meu muito obrigado por colocarem estas ervilhas no meu mundo. Espero estar à altura do privilégio.

sábado, 22 de dezembro de 2007

Feliz Natal

(Oxford St. - Londres)

Sorrisos... são os meus desejos para este Natal e para o novo ano que se aproxima!

sábado, 1 de dezembro de 2007

Gourmet

Já tinha saudades da minha veia gourmet...

Peito de frango recheado com pasta de farinheira
(acompanhamento: massa com natas e queijo)



Londreando...

Ai, Londres, Londres... how I miss you already!

Tenho a dizer que uma viagem a solo tem as suas vantagens. Apesar da ausência de companhia, para trocar opiniões, ouvir sugestões ou mesmo só para estar ao nosso lado, a viagem a solo significa: fazer e seguir os nossos planos sem ter que agradar a outrém; não ter ninguém a reclamar porque não se conseguiu ver aquele sítio; descansar e comer quando queremos ou precisamos... enfim... Viajar é sempre bom, quer sozinha, quer acompanhada. A minha primeira incursão em viagens a solo foi a Londres. Adorei e quero e vou voltar! Deixo-vos, aqui, uma pequena amostra do que foi.

1º dia
Este dia nem conta. Foi chegar ao fim do dia e ir para casa do primo. O primo e família foram óptimos anfitriões e havia sempre jantar caseiro... hummm... que bom! Obrigada por me terem acolhido!

2º dia
Grande caminhada a pé de Marble Arch até Leicester Square (é tão fácil andar de Metro em Londres).
Paragem em Clerkenwell (no Jardim da Igreja de St. James, onde vi, pela primeira vez, ao vivo, um esquilo... esteve um sentado, mesmo ao meu lado, nas costas do banco do jardim)
Trafalgar Square - WhiteHall Street - Espreitadela a Downing Street, nr. 10
Big Ben - Westminster Bridge - London Eye - Westminster Abbey


Big Ben


London Eye


Westminster Abbey


Marble Arch

3º dia
Picadilly Circus
St. James Park
Buckingham Palace
Hyde Park
Kensington Park & Kensington Palace
Albert Memorial e Albert Hall


St. James Park


Hyde Park


Kensington Park


Albert Memorial


Albert Hall

4º dia
St. Paul's Cathedral
Milleniumm Bridge - Tate Modern - Shakespeare's Globe Theatre
London Bridge - Cling Museum - Southwark Cathedral
City Hall - Tower Bridge - Tower of London
British Museum


St. Paul's Cathedral


Vista da Millennium Bridge


Tower Bridge


British Museum
(belas recordações de outra viagem)


5º dia
Madame Tussaud's
Regent Park
Sherlock Holmes Museum
Photographer's Gallery
Compras em Oxford Street


Regent's Park


Sherlock Holmes Museum


6º dia
Notting Hill
Viagem de regresso

PortoBello Road

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Passeando... visitando... conhecendo...

Passou-me uma ideia pela cabeça e decidi: vou fazer a rota dos Concelhos de Portugal.
Vou passear, visitar e conhecer, mostrando-vos, fotos dos locais por onde passarei.
Como é natural, alguns concelhos já conheço, outros conheço e não me lembro e, outros ainda, conheço, mas não tenho fotos. Assim, os que não tenho a certeza que conheço e aqueles que conheço, mas não tenho fotos receberão a minha visita.

A partida à descoberta não tem datas marcadas nem roteiro pré-definido. Será, realmente, uma partida à descoberta.

Posteriormente, irei colocar uma lista dos locais já conhecidos e dos locais a conhecer, que irá sendo actualizada à medida dos passeios.

Ver mais em: Volta a Portugal