segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Em Português...
Perguiça
Pimguim
- Quê? 'Tou cá com uma perguiça... quer dizer, pimguim...
* Programa Todos em Linha
(SIC, 10/11/2008)
domingo, 9 de novembro de 2008
Em Português...
- Quê? Tem clones?
*Comentador desportivo, jogo Sporting CP - FC Porto
(TVI - Taça de Portugal, 09/11/2008)
Frango com molho de cerveja


Há já bastante tempo (tempo demais...) que não recebia e oferecia um jantar. Foi bom, mas quero mais!
A delícia figurada acima e descrita abaixo, foi precedida por pão com alho e pasta de ervas aromáticas, acompanhada por Tinto Serras de Azeitão de 2007 e rematada por Bavaroise de Ananás. Obra dos convivas.
Receita:
Corte 1 cebola média em meias-luas e refogue em azeite, até ficar dourada.
Junte 1 frango (de tamanho médio), previamente, cortado em pedaços e temperado com orégãos (queria utilizar limão, mas não havia cá em casa). Deixe corar de ambos os lados.
Adicione 1 cerveja preta e deixar cozer.
À parte, dissolva 2 colheres de sopa de amido de milho (vulgo farinha maizena) num pouco de água e junte ao frango, quando estiver quase cozido. Mexa bem até o molho começar a engrossar.
Entretanto, refogue, em azeite, pimentos cortados em pequenos cubos (pimento vermelho, laranja, amarelo e vermelho: 1/4 de cada).
Acrescente massa fusilli, previamente cozida e escorrida e envolva bem.
Sirva com o molho da carne à parte.
Nota: receita retirada de www.receitasemenus.net, mas alterada.
Em Português...
- Quê? Usastes um tipo frágil?
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Ensinar...

O que é mau, deve ser repreendido e corrigido, sem dúvida.
O que é bom, deve ser exaltado e festejado.
Só, assim, aprendemos a dar valor ao bom, a ficar felizes quando algo bom acontece, não subestimando esses momentos vendo-os como algo banal, corriqueiro, sem motivo para alarde ou celebração.
Só, assim, aprendemos a não sobrevalorizar o mau, entrando em pânico e vendo-nos como uma pessoa a quem o azar persegue quando algo mau sucede.
Ensinem, aos vossos filhos, o que é bom e o que é mau, o que está certo e o que está errado.
Não se limitem a repreender o mau. É, igualmente, importante, festejar o bom, para que possamos viver a vida, plenamente!
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Ganhou... e agora?

Não vai salvar o mundo, mas será que vai ajudar a mudá-lo?
Todos juntos, conseguiremos!
Discurso de vitória (traduzido por Maria João Batalha Reis)
É a resposta dada pelas filas de voto que se estendiam em torno de escolas e igrejas em números que esta nação jamais vira, por pessoas que esperaram três e quatro horas, muitas pela primeira vez na sua vida, porque acreditavam que desta vez tinha de ser diferente, que as suas vozes poderiam fazer essa diferença.
É a resposta dada por jovens e velhos, ricos e pobres, democratas e republicanos, negros, brancos, hispânicos, asiáticos, nativos americanos, homossexuais, heterossexuais, pessoas com deficiências e pessoas saudáveis. Americanos que enviaram uma mensagem ao mundo, a de que nunca fomos apenas um conjunto de indivíduos ou um conjunto de Estados vermelhos e azuis.
Somos e sempre seremos os Estados Unidos da América.
É a resposta que levou aqueles, a quem foi dito durante tanto tempo e por tantos para serem cínicos, temerosos e hesitantes quanto àquilo que podemos alcançar, a porem as suas mãos no arco da História e a dobrá-lo uma vez mais em direcção à esperança num novo dia.
Há muito que isto se anunciava mas esta noite, devido àquilo que fizemos neste dia, nesta eleição, neste momento definidor, a mudança chegou à América.
Há pouco recebi um telefonema extraordinariamente amável do Senador McCain.
O Senador McCain lutou longa e arduamente nesta campanha. E lutou ainda mais longa e arduamente pelo país que ama. Fez sacrifícios pela América que muitos de nós não conseguimos sequer imaginar. Estamos hoje melhor devido aos serviços prestados por este líder corajoso e altruísta.
Felicito-o e felicito a governadora Palin por tudo aquilo que alcançaram. Espero vir a trabalhar com eles para renovar a promessa desta nação nos próximos meses.
Quero agradecer ao meu parceiro neste percurso, um homem que fez campanha com o seu coração e falou pelos homens e mulheres que cresceram com ele nas ruas de Scranton e viajaram com ele no comboio para Delaware, o vice-presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden.
E eu não estaria aqui hoje sem o inabalável apoio da minha melhor amiga dos últimos 16 anos, a pedra angular da nossa família, o amor da minha vida, a próxima Primeira Dama do país, Michelle Obama.
Sasha e Malia, amo-vos mais do que poderão imaginar. E merecem o novo cachorro que virá connosco para a nova Casa Branca.
E embora ela já não esteja entre nós, sei que a minha avó está a observar-me, juntamente com a família que fez de mim aquilo que sou. Tenho saudades deles esta noite. Reconheço que a minha dívida para com eles não tem limites.
Para a minha irmã Maya, a minha irmã Alma, todos os meus outros irmãos e irmãs, desejo agradecer-vos todo o apoio que me deram. Estou-vos muito grato.
E ao meu director de campanha, David Plouffe, o discreto herói desta campanha, que, na minha opinião, concebeu a melhor campanha política da história dos Estados Unidos da América.
E ao meu director de estratégia, David Axelrod, que me tem acompanhado em todas as fases do meu percurso.
Para a melhor equipa alguma vez reunida na história da política: tornaram isto possível e estou-vos eternamente gratos por aquilo que sacrificaram para o conseguir.
Mas acima de tudo nunca esquecerei a quem pertence verdadeiramente esta vitória. Ela pertence-vos a vós. Pertence-vos a vós.
Nunca fui o candidato mais provável para este cargo. Não começámos com muito dinheiro nem muitos apoios. A nossa campanha não foi delineada nos salões de Washington. Começou nos pátios de Des Moines, em salas de estar de Concord e nos alpendres de Charleston. Foi construída por homens e mulheres trabalhadores que, das suas magras economias, retiraram 5 e 10 e 20 dólares para a causa.
Foi sendo fortalecida pelos jovens que rejeitavam o mito da apatia da sua geração e deixaram as suas casas e famílias em troca de empregos que ofereciam pouco dinheiro e ainda menos sono.
Foi sendo fortalecida por pessoas menos jovens, que enfrentaram um frio terrível e um calor sufocante para irem bater às portas de perfeitos estranhos, e pelos milhões de americanos que se ofereceram como voluntários, se organizaram e provaram que mais de dois séculos depois, um governo do povo, pelo povo e para o povo não desaparecera da Terra.
Esta vitória é vossa.
E sei que não fizeram isto apenas para vencer uma eleição. E sei que não o fizeram por mim.
Fizeram-no porque compreendem a enormidade da tarefa que nos espera. Porque enquanto estamos aqui a comemorar, sabemos que os desafios que o amanhã trará são os maiores da nossa vida – duas guerras, uma planeta ameaçado, a pior crise financeira desde há um século.
Enquanto estamos aqui esta noite, sabemos que há americanos corajosos a acordarem nos desertos do Iraque e nas montanhas do Afeganistão para arriscarem as suas vidas por nós.
Há mães e pais que se mantêm acordados depois de os seus filhos adormecerem a interrogarem-se sobre como irão amortizar a hipoteca, pagar as contas do médico ou poupar o suficiente para pagar os estudos universitários dos filhos.
Há novas energias para aproveitar, novos empregos para serem criados, novas escolas para construir, ameaças para enfrentar e alianças para reparar.
O caminho à nossa frente vai ser longo. A subida vai ser íngreme. Podemos não chegar lá num ano ou mesmo numa legislatura. Mas América, nunca estive tão esperançoso como nesta noite em como chegaremos lá.
Prometo-vos. Nós, enquanto povo, chegaremos lá.
Haverá reveses e falsas partidas. Há muitos que não concordarão com todas as decisões ou políticas que eu tomar como presidente. E sabemos que o governo não consegue solucionar todos os problemas.
Mas serei sempre honesto para convosco sobre os desafios que enfrentarmos. Ouvir-vos-ei, especialmente quando discordarmos. E, acima de tudo, pedir-vos-ei que adiram à tarefa de refazer esta nação da única forma como tem sido feita na América desde há 221 anos – pedaço a pedaço, tijolo a tijolo, e com mãos calejadas.
Aquilo que começou há 21 meses no rigor do Inverno não pode acabar nesta noite de Outono.
Somente a vitória não constitui a mudança que pretendemos. É apenas a nossa oportunidade de efectuar essa mudança. E isso não poderá acontecer se voltarmos à forma como as coisas estavam.
Não poderá acontecer sem vós, sem um novo espírito de empenho, um novo espírito de sacrifício.
Convoquemos então um novo espírito de patriotismo, de responsabilidade, em que cada um de nós resolve deitar as mãos à obra e trabalhar mais esforçadamente, cuidando não só de nós mas de todos.
Recordemos que, se esta crise financeira nos ensinou alguma coisa, é que não podemos ter uma Wall Street florescente quando as Main Street sofrem.
Neste país, erguemo-nos ou caímos como uma nação, como um povo. Resistamos à tentação de retomar o partidarismo, a mesquinhez e a imaturidade que há tanto tempo envenenam a nossa política.
Recordemos que foi um homem deste Estado que, pela primeira vez, transportou o estandarte do Partido Republicano até à Casa Branca, um partido fundado em valores de independência, liberdade individual e unidade nacional.
São valores que todos nós partilhamos. E embora o Partido Democrata tenha alcançado uma grande vitória esta noite, fazemo-lo com humildade e determinação para sarar as divergências que têm atrasado o nosso progresso.
Como Lincoln disse a uma nação muito mais dividida do que a nossa, nós não somos inimigos mas amigos. Embora as relações possam estar tensas, não devem quebrar os nossos laços afectivos.
E àqueles americanos cujo apoio ainda terei de merecer, posso não ter conquistado o vosso voto esta noite, mas ouço as vossas vozes. Preciso da vossa ajuda. E serei igualmente o vosso Presidente.
E a todos os que nos observam esta noite para lá das nossas costas, em parlamentos e palácios, àqueles que estão reunidos em torno de rádios em cantos esquecidos do mundo, as nossas histórias são únicas mas o nosso destino é comum, e uma nova era de liderança americana está prestes a começar.
Aos que querem destruir o mundo: derrotar-vos-emos. Aos que procuram a paz e a segurança: apoiar-vos-emos. E a todos aqueles que se interrogavam sobre se o farol da América ainda brilha com a mesma intensidade: esta noite provámos novamente que a verdadeira força da nossa nação não provém do poder das nossas armas ou da escala da nossa riqueza, mas da força duradoura dos nossos ideais: democracia, liberdade, oportunidade e uma esperança inabalável.
É este o verdadeiro génio da América: que a América pode mudar. A nossa união pode ser aperfeiçoada. O que já alcançámos dá-nos esperança para aquilo que podemos e devemos alcançar amanhã.
Esta eleição contou com muitas estreias e histórias de que se irá falar durante várias gerações. Mas aquela em que estou a pensar esta noite é sobre uma mulher que depositou o seu voto em Atlanta. Ela é muito parecida com os milhões de pessoas que aguardaram a sua vez para fazer ouvir a sua voz nestas eleições à excepção de uma coisa: Ann Nixon Cooper tem 106 anos.
Ela nasceu apenas uma geração depois da escravatura, numa época em que não havia automóveis nas estradas nem aviões no céu; em que uma pessoa como ela não podia votar por duas razões – porque era mulher e por causa da cor da sua pele.
E esta noite penso em tudo o que ela viu ao longo do seu século de vida na América – a angústia e a esperança; a luta e o progresso; as alturas em que nos foi dito que não podíamos e as pessoas que não desistiram do credo americano: Sim, podemos.
Numa época em que as vozes das mulheres eram silenciadas e as suas esperanças destruídas, ela viveu o suficiente para se erguer, falar e votar. Sim, podemos.
Quando havia desespero e depressão em todo o país, ela viu uma nação vencer o seu próprio medo com um New Deal, novos empregos, e um novo sentimento de um objectivo em comum. Sim, podemos.
Quando as bombas caíam no nosso porto e a tirania ameaçava o mundo, ela esteve ali para testemunhar uma geração que alcançou a grandeza e salvou uma democracia. Sim, podemos.
Ela viu os autocarros em Montgomery, as mangueiras em Birmingham, uma ponte em Selma, e um pregador de Atlanta que dizia às pessoas que elas conseguiriam triunfar. Sim, podemos.
Um homem pisou a Lua, um muro caiu em Berlim, um mundo ficou ligado pela nossa ciência e imaginação.
E este ano, nestas eleições, ela tocou com o seu dedo num ecrã e votou, porque ao fim de 106 anos na América, tendo atravessado as horas mais felizes e as horas mais sombrias, ela sabe como a América pode mudar.
Sim, podemos.
América, percorremos um longo caminho. Vimos tanto. Mas ainda há muito mais para fazer. Por isso, esta noite, perguntemos a nós próprios – se os nossos filhos viverem até ao próximo século, se as minhas filhas tiverem a sorte de viver tantos anos como Ann Nixon Cooper, que mudança é que verão? Que progressos teremos nós feito?
Esta é a nossa oportunidade de responder a essa chamada. Este é o nosso momento.
Este é o nosso tempo para pôr o nosso povo de novo a trabalhar e abrir portas de oportunidade para as nossas crianças; para restaurar a prosperidade e promover a causa da paz; para recuperar o sonho americano e reafirmar aquela verdade fundamental de que somos um só feito de muitos e que, enquanto respirarmos, temos esperança. E quando nos confrontarmos com cinismo e dúvidas e com aqueles que nos dizem que não podemos, responderemos com o credo intemporal que condensa o espírito de um povo: Sim, podemos.
Muito obrigado. Deus vos abençoe. E Deus abençoe os Estados Unidos da América."
Paul Newman: uma modesta homenagem...


1925 - 2008
Um homem bonito, um actor brilhante, mas, acima de tudo, uma pessoa que se dedicou à sua própria vida e à vida dos outros.
A minha memória mais antiga de Paul Newman, descobri, agora, que é do filme Cool Hand Luke.
Lembro-me dele a sorrir (imagem de marca da personagem), dentro de um carro da polícia, depois de ter sido apanhado, após mais outra fuga da prisão.
Nem tenho a certeza se essa imagem é real, mas é do que lembro!
Um pouco mais sobre Paul Newman
Imagens:
www.theinsider.com
Getty Images
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Experiências...
Este ano, experimentei! Agora, posso dizê-lo com propriedade: não é para mim, não faz o meu género, não gosto! Eu sou muito mais quarto de hotel!
Toda aquela experiência de dormir no chão rodeada de paredes de tecido que não nos protegem do pó, do lixo (raminhos e folhas secas que entram connosco no "quarto"), do barulho dos vizinhos e do calor de manhã bem cedo, de sair do "quarto" directo para a rua, de me vestir num local onde não consigo estar de pé, de dividir a casa-de-banho com milhares de pessoas que não conheço (pronto, cada um toma a sua banhoca à vez, não há cá convivências...) é devastadora!
Não vou repetir, jamais!
Agradeço a quem me aturou nesse fim-de-semana: sei que não foi fácil!
Valeu pela companhia e pela diversão nocturna nos bares e ruas da localidade.
Para quem não sabe do que falei nos parágrafos acima, aqui segue um registo fotográfico da experiência.
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Finding Neverland
Londres. 1903. O dramaturgo escocês J.M. Barrie (1860-1937) (Johnny Depp) assiste ao falhanço da sua mais recente peça. Na sua procura de inspiração pelos jardins de Kensington conhece a família Llewelyn Davies: quatro jovens rapazes e a sua mãe recentemente viúva, Sylvia (Kate Winslet). Apesar da desaprovação desta amizade por parte da mãe de Sylvia, Emma du Maurier (Julie Christie), e da própria mulher de Barrie, Mary (Radha Mitchell), a amizade com esta família, em especial através das brincadeiras com as crianças, serviu de matéria-prima para a famosa obra Peter Pan.
“Finding Neverland” fala de acreditar na magia, a magia das ligações entre as pessoas, a liberdade e a verdade que devemos manter connosco próprios. E, acima de tudo, de compreendermos o que realmente significa crescer, sem romper com o passado, mas aceitando-o, sabendo encontrar essa tal Terra do Nunca, um lugar para onde as crianças vão quando o seu ser terreno é obrigado a crescer, um lugar seguro, longe das mentiras do mundo adulto, onde estão sempre protegidos.

Quero ver todos!
Filmografia / Biografia
Imagens:
http://www.reelingreviews.com
http://www.criticsrant.com
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Grande Prémio da Actividade Física

No próximo dia 2 de Novembro, a pista do Autódromo do Estoril vai estar aberta para ser percorrida a pé, de bicicleta, de patins, de skate, de trotinete ou qualquer outro veículo não motorizado.
É o Grande Prémio da Actividade Física que começa às 10h com uma aula de aquecimento e termina às 12h30, com um aula de relaxamento.
Entre as 10h e as 13h existem actividades paralelas:
- animação de palco
- triciclos desportivos
- veículos a pedal
- trikes - dirt surf
- insufláveis
- tag rugby
- papagaio de tracção
- orientação
- circuito de btt
- laser tag
A entrada é livre e o estacionamento gratuito.
Imagem: www.circuito-estoril.pt
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Em Português...
Tampinhas

Lá entreguei 1100 tampinhas, cerca de 3 Kg de plástico, ao Projecto Tampinhas.
Tampas de detergentes (loiça, roupa, chão, casa-de-banho...), de higiene e beleza (cremes vários, champô, amaciador, gel de banho, sabonete líquido, pasta de dentes, desodorisantes, perfumes...), de alimentos (águas, sumos, leite, iogurtes, especiarias, patés, compotas, azeite, óleo...) e outros (canetas...).
Não importa o tamanho ou a proveniência, desde que sejam de plástico e estejam limpinhas!
Saiba mais em "Projecto Tampinhas"
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Reciclar rolhas de cortiça
Mais material utilizado que podemos reencaminhar para a reciclagem em vez de para os aterros de lixo. Menos desperdício... mais ambiente saudável!"Desde dia 5 de Junho, dia Mundial do Ambiente, que já é possível ir colocar as suas rolhas de cortiça para reciclagem nos hipermercados Continente, nos centros comerciais Dolce Vita e nos agrupamentos de Escuteiros do Corpo Nacional de Escutas."
Ver mais em: "Earth Condominium"
Imagem: www.alentejolitoral.pt
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Love unconditionally
I know a girl
She puts the color inside of my world
She's just like a maze
Where all of the walls all continually change
And I've done all I can
To stand on her steps with my heart in my hands
Now I'm starting to see
Maybe it's got nothing to do with me
Fathers be good to your daughters
Daughters will love like you do
Girls become lovers who turn into mothers
So mothers be good to your daughters too
Oh, you see that skin?
It's the same she's been standing in
Since the day she saw him walking away
Now she's left
Cleaning up the mess he made
Fathers be good to your daughters
Daughters will love like you do
Girls become lovers who turn into mothers
So mothers be good to your daughters too
Boys, you can break
You'll find out how much they can take
Boys will be strong
And boys soldier on
But boys would be gone without warmth from
A woman's good, good heart
On behalf of every man
Looking out for every girl
You are the god and the weight of her world
So fathers be good to your daughters
Daughters will love like you do
Girls become lovers who turn into mothers
So mothers be good to your daughters, too
So mothers be good to your daughters, too
So mothers be good to your daughters, too
"Daughters", John Mayer
