Hummm... mudei a imagem do blog... não sei... não está demasiado intrusivo?
O que acham?
Tem boa leitura ou a nova imagem é muito distrativa?
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
domingo, 18 de janeiro de 2009
Centro Cultural de Cascais
Desta vez, foram 5 em 1, ou melhor 6 em 1: 5 exposições e um concerto de música clássica.
No Centro Cultural de Cascais, tive a oportunidade de visitar 5 exposições de uma só vez.
Infelizmente, não é permitido fotografar, por isso deixo-vos links para sites onde poderão saber mais sobre os artistas e/ou as obras.
Iniciei a visita com os trabalhos artísticos dos alunos do Colégio Amor de Deus: trabalhos muito interessantes!
Depois, as obras de Xico Fran, sob o tema Jazz. Como a exposição só estava patente até hojem fiquei muito contente por não a ter pedirdo: seria uma falha!
Passei, então, por uma pequena mostra de loiça das Caldas (não, nada disso que estão a pensar. As peças são inspiradas em loiça francesa. Não é algo do meu gosto, mas ver e conhecer não tira pedaço.
As obras de Justino Alves foram as que se seguiram: 36 obras de estudo da forma geométrica. Interessante, mas continuo a prefirir o abstracto menos definido (a decorrer até 2 de Fevereiro).
Por fim, pude apreciar "Três homens numa barca": exposição colectiva de Fernando Vidal, Freitas Cruz e Rui Aço. O primeiro tem peças belíssimas, tanto na cor como na forma (a decorrer até 15 de Fevereiro).
A tarde continuou no Auditório do Centro Cultural de Cascais, para as comemorações dos 200 anos da morte de Joseph Haydn, com um concerto de Moscow Piano Quartet, com peças do próprio homenageado.
Franz Joseph Haydn foi um dos mais importantes compositores do período clássico e um dos mais apreciados, mundialmente.
O Moscow Piano Quartet é composto por Alexei Eremenine, no piano, José Pereira, no violino, Alexandre Delgado, na violeta e Guenrikh Elessine, no violoncelo. Apresentaram-se com Arthur Soulèv, no violino, como artista convidado e o programa era este:
No Centro Cultural de Cascais, tive a oportunidade de visitar 5 exposições de uma só vez.
Infelizmente, não é permitido fotografar, por isso deixo-vos links para sites onde poderão saber mais sobre os artistas e/ou as obras.
Iniciei a visita com os trabalhos artísticos dos alunos do Colégio Amor de Deus: trabalhos muito interessantes!
Depois, as obras de Xico Fran, sob o tema Jazz. Como a exposição só estava patente até hojem fiquei muito contente por não a ter pedirdo: seria uma falha!
Passei, então, por uma pequena mostra de loiça das Caldas (não, nada disso que estão a pensar. As peças são inspiradas em loiça francesa. Não é algo do meu gosto, mas ver e conhecer não tira pedaço.
As obras de Justino Alves foram as que se seguiram: 36 obras de estudo da forma geométrica. Interessante, mas continuo a prefirir o abstracto menos definido (a decorrer até 2 de Fevereiro).
Por fim, pude apreciar "Três homens numa barca": exposição colectiva de Fernando Vidal, Freitas Cruz e Rui Aço. O primeiro tem peças belíssimas, tanto na cor como na forma (a decorrer até 15 de Fevereiro).
A tarde continuou no Auditório do Centro Cultural de Cascais, para as comemorações dos 200 anos da morte de Joseph Haydn, com um concerto de Moscow Piano Quartet, com peças do próprio homenageado.
Franz Joseph Haydn foi um dos mais importantes compositores do período clássico e um dos mais apreciados, mundialmente.
O Moscow Piano Quartet é composto por Alexei Eremenine, no piano, José Pereira, no violino, Alexandre Delgado, na violeta e Guenrikh Elessine, no violoncelo. Apresentaram-se com Arthur Soulèv, no violino, como artista convidado e o programa era este:
Trio com Piano em fá maior H. XV n.º 6 (1784)
I. Vivace
II. Tempo di minuetto
Quarteto de Cordas em si menor op. 33 n.º 1 (1781)
I. Allegro moderato
II. Scherzo: Allegro
III. Andante
IV. Presto
Trio com Piano em mi bemol maior H. XV n.º 30 (1796)
I. Allegro moderato
II. Andante con moto (attacca:)
III. Presto
Quarteto de Cordas em dó maior op. 76 n.º 3, "Imperador" (1797)
I. Allegro
II. Poco adágio, cantabile
III. Menuetto: Allegro
IV. Finale. Presto
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Centro Cultural Olga Cadaval
Sintra comemorou o aniversário do nascimento da Marquesa de Cadaval, com um concerto da Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, no Centro Cultural Olga Cadaval.
Foi mais uma oportunidade para ver e conhecer coisas novas. Nunca tinha assistido a um concerto de música clássica e não sabia quem era a Marquesa do Cadaval. Mas, a vida é isto mesmo: experiências e aprendizagem.
A Marquesa de Cadaval nasceu em Turim, a 17 de Janeiro de 1900. Durante a I Guerra Mundial, foi voluntária da Cruz Vermelha como enfermeira radiologista. Foi por essa altura que conheceu Dom António Caetano Álvares Pereira de Melo, Marquês de Cadaval, com quem casou em Julho de 1926.
Foi mais uma oportunidade para ver e conhecer coisas novas. Nunca tinha assistido a um concerto de música clássica e não sabia quem era a Marquesa do Cadaval. Mas, a vida é isto mesmo: experiências e aprendizagem.
A Marquesa de Cadaval nasceu em Turim, a 17 de Janeiro de 1900. Durante a I Guerra Mundial, foi voluntária da Cruz Vermelha como enfermeira radiologista. Foi por essa altura que conheceu Dom António Caetano Álvares Pereira de Melo, Marquês de Cadaval, com quem casou em Julho de 1926.
Três anos mais tarde, o casal veio para Portugal onde se instalou na Quinta da Piedade. Dom António morreu em 1939. Dona Olga, mãe de duas filhas, jovem viúva, dedicou-se às actividades musicais. Tornou-se Presidente da Sociedade de Concertos – fundada em 1917 por José Vianna da Motta.
A Marquesa apoiou, financeiramente e não só, vários jovens artistas.
Saiba mais em: Olga Cadaval
A Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras (OCCO), é considerada, por muitos, como uma das melhores formações deste género, em Portugal.
A Orquestra presenteou-nos com o seguinte programa:
J. Vianna da Motta
"Scenas nas Montanhas" Op. 14
Adágio. Doppio movimento
B. Britten
"Sentimental Saraband"
Frolicsome Finale da Sinfonia Simples
G- Zlatev-Cherkin
"Svedana" para violino e cordas
P. I. Tchaikovsky
"Serenada" Op. 48
Pezzo in forma di Sonatina.
Walzer.
Élégie-
Finale.
Sporting - Paços de Ferreira
Aos 36 minutos, com o jogo empatado a zero, diz um dos comentadores:
- "O Paços de Ferreira ainda pode ganhar o jogo"
Digo eu:
- "Obrigada pela autorização!"
- "O Paços de Ferreira ainda pode ganhar o jogo"
Digo eu:
- "Obrigada pela autorização!"
sábado, 17 de janeiro de 2009
Afonso Tiago - Jovem desaparecido
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
domingo, 11 de janeiro de 2009
Parque de Santa Gertrudes
Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão
Depois da visita ao Museu Calouste Gulbenkian, e, desta feita, de novo, flying solo, fui visitar o Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão (ufa, que nome grande!!).
O Centro fica no Jardim da Gulbenkian e tem o nome do primeiro presidente desta Fundação.
A colecção de arte, constituída por pinturas, esculturas e instalações, vem sendo constituída desde os anos 50 e reúne trabalhos de artistas de todo o século XX até à actualidade.
Alguns dos artistas cujos trabalhos podemos ver neste Centro: Amadeo de Souza-Cardoso, José de Almada Negreiros, Maria Keil, António Dacosta, Júlio Pomar, Maria Helena Vieira da Silva, Emmérico Nunes, Julião Sarmento, Menez, Paula Rêgo...
Estes são, apenas, alguns dos muitos que estão representados no Centro...

O Centro fica no Jardim da Gulbenkian e tem o nome do primeiro presidente desta Fundação.
A colecção de arte, constituída por pinturas, esculturas e instalações, vem sendo constituída desde os anos 50 e reúne trabalhos de artistas de todo o século XX até à actualidade.
Alguns dos artistas cujos trabalhos podemos ver neste Centro: Amadeo de Souza-Cardoso, José de Almada Negreiros, Maria Keil, António Dacosta, Júlio Pomar, Maria Helena Vieira da Silva, Emmérico Nunes, Julião Sarmento, Menez, Paula Rêgo...
Estes são, apenas, alguns dos muitos que estão representados no Centro...
Victor Palla - S/ título (bailarina e cadeiras) - (fotografia p/b)

Paula Rego - "Mãe" (pastel)

Ofélia Marques - S/ título (tinta-da-china)

Michael Andrews - "The Family in the Garden" (óleo)

Júlio Pomar - "Campinos" (óleo)

Julião Sarmento - "Noites Brancas" (técnica mista)

Jorge Pinheiro - "Bispo (azul)" (óleo)

Jan Voss - S/ título (óleo)

Noé Sendas - "The Rest is Silence II" (instalação)
Pedro Cabrita Reis - ""White Pantings"
Pedro Cabrita Reis - ""White Pantings"

Bruno Pacheco - "Sunshine and Sentiment" (tinta acrílica)

José de Almada Negreiros - "Retrato de Fernando Pessoa" (óleo)

Abel Manta - "Praça de Camões" (óleo)

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Museu Calouste Gulbenkian
Mais um domingo de manhã... cedinho... e frrriiioo... desta vez, em Lisboa e acompanhada!
O alvo escolhido: Museu Calouste Gulbenkian.
Estudei durante 4 anos lá bem perto e nunca lá tinha posto os olhos. Vale bem a pena!
O Museu é constituído por várias salas, com peças de escultura, pintura, cerâmica, tapeçaria dos mais variados períodos e locais da História: Arte Egípcia, Greco-Romana, Mesopotâmia, do Oriente Islâmico, Arménia, Extremo Oriente, Europeia (aqui, podemos ver obras de Manet, Monet, Degas, John Singer Sargent, Lalique...)...
Aqui vão alguns dos espécimes:
O alvo escolhido: Museu Calouste Gulbenkian.
Estudei durante 4 anos lá bem perto e nunca lá tinha posto os olhos. Vale bem a pena!
O Museu é constituído por várias salas, com peças de escultura, pintura, cerâmica, tapeçaria dos mais variados períodos e locais da História: Arte Egípcia, Greco-Romana, Mesopotâmia, do Oriente Islâmico, Arménia, Extremo Oriente, Europeia (aqui, podemos ver obras de Manet, Monet, Degas, John Singer Sargent, Lalique...)...
Aqui vão alguns dos espécimes:
Sarcófago de gatos - Egipto

Azulejo do Oriente Islâmico

Biombo Chinês

Uma das Estações de Tokaido - Japão

Relógio Francês (a trabalhar e on time - que horas eram quando tirei a foto?

"Mulher e criança dormindo num barco" - John Singer Sargent

Peitoral "Libélula" (em ouro, esmalte, crisópraso, calcedónias, pedras de lua e diamantes) - Lalique

Ver mais: Museu Calouste Gulbenkian
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
N'A Bola
"Compra o jornal A Bola e vê as páginas centrais".
E eu comprei, e eu vi e, depois, sorri...
E eu comprei, e eu vi e, depois, sorri...
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Em Português...
"...que tem como grande mais valia qualitativa..."
- Quê? Isto é que é um verdadeiro pleonasmo!
domingo, 4 de janeiro de 2009
Como perder amigos e alienar outros

E se, de repente, tivesse bilhetes de cinema grátis?
Ía ao cinema como se não houvesse amanhã... heheh...
Eu que, no ano passado, fui ao cinema uma vez (vi o Mamma Mia - uma comédia musical divertida e agradável), vou chegar ao fim de 2009, com, espero, 52 filmes no bucho!
E tudo começou com "Como perder amigos e alinear outros" ("How to lose friends & alienate people", no original).
É uma comédia inglesa passada em Manhattan, com um jornalista como personagem principal. Sidney Young, um jornalista desastrado e mal-educado, é convidado para trabalhar numa prestigiada revista sobre celebridades, em Nova Iorque.
O começo não foi fácil, mas, devido a várias circunstâncias, acaba por adaptar-se a um mundo diferente.
Depois de vender a alma ao diabo, será que é possível voltar atrás?
Uma comédia divertida com um fim esperado.
Não entendo o título na íntegra: como perder amigos? Alienar os outros, sim.
Ía ao cinema como se não houvesse amanhã... heheh...
Eu que, no ano passado, fui ao cinema uma vez (vi o Mamma Mia - uma comédia musical divertida e agradável), vou chegar ao fim de 2009, com, espero, 52 filmes no bucho!
E tudo começou com "Como perder amigos e alinear outros" ("How to lose friends & alienate people", no original).
É uma comédia inglesa passada em Manhattan, com um jornalista como personagem principal. Sidney Young, um jornalista desastrado e mal-educado, é convidado para trabalhar numa prestigiada revista sobre celebridades, em Nova Iorque.
O começo não foi fácil, mas, devido a várias circunstâncias, acaba por adaptar-se a um mundo diferente.
Depois de vender a alma ao diabo, será que é possível voltar atrás?
Uma comédia divertida com um fim esperado.
Não entendo o título na íntegra: como perder amigos? Alienar os outros, sim.
Museu do Bonsai


Depois de estar fechada dentro de uma galeria, por mais interessante que seja (e foi!), sabe, sempre, bem um passeio ao ar livre, principalmente, numa bela manhã de sol.
A caminho de Sintra, no lado esquerdo de quem desce, um pouco mais abaixo da "Casa do Preto", está o Museu do Bonsai.
Um pequeno jardim encantador, cheio de várias espécies de Bonsais, de vários tamanhos e preços (variam entre os 7,50€ e os 20.000€).
Ao longo da exposição, encontramos vários textos explicativos acerca do início dos Bonsais, tratamentos, técnicas, etc....
Na loja, mais Bonsais para escolher e admirar e um atendimento muito simpático.
Não consegui resistir e adoptei um Bonsai e trouxe um outro para a minha cunhada!
Outra visita que vale muito a pena!
A caminho de Sintra, no lado esquerdo de quem desce, um pouco mais abaixo da "Casa do Preto", está o Museu do Bonsai.
Um pequeno jardim encantador, cheio de várias espécies de Bonsais, de vários tamanhos e preços (variam entre os 7,50€ e os 20.000€).
Ao longo da exposição, encontramos vários textos explicativos acerca do início dos Bonsais, tratamentos, técnicas, etc....
Na loja, mais Bonsais para escolher e admirar e um atendimento muito simpático.
Não consegui resistir e adoptei um Bonsai e trouxe um outro para a minha cunhada!
Outra visita que vale muito a pena!


Exposição Corpo e Matéria
"Corpo e Matéria, Cinco Artistas da Madeira", é uma exposição da Colecção Berardo comissariada por Romaric Sulger Büel, que está patente no Sintra Museu de Arte Moderna até ao próximo dia 15 de Março.
A exposição reúne o trabalho de cinco artistas da Madeira (Bridget Jones, DDiArte, Nini Andrade Silva, Emanuel Aguiar e Sílvio Cró), nas áreas da pintura, da fotografia e da escultura.
Vale bem a pena, pela variedade e pela novidade.
Gostei, em especial, das obras fotográficas de DDiArte, principalmente, da primeira obra que aqui apresento deles. O trabalho de escultura, por nunca ter visto do género, achei bastante interessante.
Algumas fotografias de Bridget Jones (não a do Mr. Darcy), são marcantes.
A exposição reúne o trabalho de cinco artistas da Madeira (Bridget Jones, DDiArte, Nini Andrade Silva, Emanuel Aguiar e Sílvio Cró), nas áreas da pintura, da fotografia e da escultura.
Vale bem a pena, pela variedade e pela novidade.
Gostei, em especial, das obras fotográficas de DDiArte, principalmente, da primeira obra que aqui apresento deles. O trabalho de escultura, por nunca ter visto do género, achei bastante interessante.
Algumas fotografias de Bridget Jones (não a do Mr. Darcy), são marcantes.
Sílvio Cró


Nini Andrade Silva


DDiArte (Diamantino Jesus e José Diogo)


Bridget Jones


Emanuel Aguiar


Mais informações: Berardo Collection
Nota: grátis aos domingos de manhã
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