domingo, 26 de janeiro de 2014

Associação Amigos dos Patudos

A Associação Amigos dos Patudos nasceu da vontade de fazer mais pelos animais abandonados. Há já vários anos que actuamos junto de animais de rua com o objectivo de os tratar, esterilizar e encontrar-lhes uma família.

A Associação vai tornar-se uma realidade oficial, em breve, mas o nosso trabalho no terreno já tem mais de uma década com o projecto Gatinhos da Rua.
Decidimos tornar o nosso projecto em algo mais oficial.

Prestamos cuidados diários a animais de rua, desde esterilizações a tratamentos, cirurgias e cuidados pós-operatórios, assim como alimentação e higiene e, claro está, muitos mimos!
Não temos um abrigo onde recolher os animais; o nosso trabalho é no terreno!

Os animais que passam pelas nossas vidas sofreram, muitos deles, de abandono e/ou maus-tratos. Para a maioria, são encontradas famílias definitivas de acolhimento. Outros, devido à idade ou ao facto de não se habituarem a uma vida caseira, são colocados ou devolvidos a colónias.


Como um dos passos para a oficialização deste projecto, acabámos de ganhar um logo, gentil oferta PS Design.

 

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Campanha de recolha de sapatos

A campanha de recolha de sapatos em bom estado vai de correr entre 15 de Janeiro e 15 de Fevereiro.
Toca a reunir sapatos e a entregar numa das lojas Bota Minuto ou noutro dos pontos de recolha.

Saiba mais sobre a campanha no site e no facebook.






domingo, 5 de janeiro de 2014

Ajudar sem gastar

Nestes últimos tempos, parecem haver mais pessoas a ajudar e a querer ajudar os outros mas, devido à situação económica que se vive, há, também, mais pessoas a necessitar de ajuda e, por outro lado, quem ajuda poderá ter menos recursos financeiros para o fazer.

Para além de doar trabalho e tempo, de que outras formas podemos ajudar sem gastar?

1. Tampinhas - guardar e recolher tampas plásticas de recipientes variados que usamos no nosso dia-a-dia e entregar a quem delas necessita. As tampinhas serão vendidas a empresas de reciclagem e as verbas angariadas servirão para custear tratamentos ou para aquisição de material ortopédico. Há centenas de campanhas e locais de entrega espalhados pelo nosso país:
- Bombeiros Voluntários de Santiago do Cacém (no café)
- Junta de Freguesia de S. Domingos de Rana
- e muitos, muitos mais...

Que tampinhas são aceites?
- de detergentes (loiça, roupa, chão, cozinha, casa-de-banho...), higiene e beleza (cremes, champô, amaciador, gel de banho, sabonete líquido, pasta de dentes, desodorisantes, perfumes...), de alimentos (águas, sumos, leite, iogurtes, especiarias, patés, compotas, azeite, óleo...), de canetas. Tampas plásticas de qualquer tamanho e feitio!


2. Papel - guardar e recolher o papel em vez de o colocar no ecoponto e entregá-lo num dos pontos de recolha do Banco Alimentar (BA), no âmbito da campanha Papel por Alimentos, que teve início em 2012. O papel será, posteriormente, vendido pelo Banco Alimentar à Quima (empresa de reciclagem) e, por cada tonelada de papel, o BA recebe 100 euros para comprar alimentos a serem distribuídos pelas várias associações do país.
Para saber mais sobre a campanha e sobre os locais de entrega, visite o site da campanha Papel por Alimentos.

Que tipo de papel é aceite?
- jornais, revistas, cadernos, papel de rascunho, fotocópias, papel impresso, folhetos publicitários, recibos de supermercado, envelopes (tudo o que seja papel e não cartão).

Para verem que não é difícil fazer isto: em 2012, recolhi 280kg de papel (de minha casa, de casa da minha tia, do escritório e de um café) e, em 2013, recolhi 119,5kg (de minha casa e do escritório).


3. Escovas de dentes usadas - quando a sua escova chegar ao fim dos seus dias, não a coloque no lixo nem na reciclagem: entregue-a num dos pontos de recolha do projecto EcoEscovinha.
Este projecto foi desenvolvido e iniciado por uma médica dentista e tem o objectivo de recolher escovas de dentes usadas para serem encaminhadas para reciclagem, sendo convertidas em mobiliário urbano. Por outro lado, por cada 250 escovas recolhidas são entregues 50 kits de higiene dentária a crianças desfavorecidas.
Para saber mais sobre o projecto, parceiros e locais de entrega (Ecoescovão), visite o site da Clínica EspecialDente.
Para além dos pontos de recolha mencionados no site, sei, também, que existe um Ecoescovão nos Salesianos do Estoril e, por outro lado, este projecto costuma estar presente em diversos eventos escolares e não só.


4. Doação de artigos em bom estado - quer se trate de roupa, brinquedos, livros, artigos para a casa, mobiliário, electrodomésticos, entre outros. Pode entregá-los nos centros paroquiais, em instituições ou, directamente, a quem precise. Abaixo, alguns exemplos:
- Campanha Bota Minuto - recolha de sapatos, em bom estado, de 15 de Janeiro a 15 de Fevereiro. Esta campanha iniciou-sem 2008. A campanha de 2014 ainda não começou, mas já confirmei, junto da Bota Minuto, que vai ter lugar nas datas do costume.
- Doar em Lisboa - lista de algumas instituições do concelho de Lisboa e de bens de que necessitam.
- Doar em Cascais - lista de algumas instituições do concelho de Cascais e de bens de que necessitam.
- Associações de Animais - precisam de mantas, por exemplo.

 
5. Doe sangue ou medula óssea - estas doações podem salvar vidas e não custam nada. Ok, ficamos sem um bocadinho de sangue ou medula, mas que o nosso corpo, em pouco tempo, reporá.
As mulheres podem doar sangue de 4 em 4 meses e os homens de 3 em 3 meses. Para doar sangue deverá ser saudável, pesar mais que 50kg e ter entre 18 e 65 anos. Para saber mais informações, dirija-se a um Centro Regional de Sangue ou a um Hospital.
Para doar medula, as condições são muito semelhantes: ser saudável, pesar mais que 50kg, ter entre 18 e 65 anos e não ter recebido uma transfusão de sangue desde 1980. Para mais informações, dirija-se a um dos centros de dadores (Centros de Histocompatibilidade do Sul, do Centro e do Norte) da sua região.
No Portal da Saúde, pode consultar mais informações sobre todo o processo.


6. Outras ideias - Uma pesquisa na internet ou uma conversa com amigos ou familiares, podem dar-vos outras ideias. Aqui, seguem mais 20 ideias de como ajudar, a maioria das quais, não implica gastar nem um cêntimo.

domingo, 29 de dezembro de 2013

Vamos encher o carrinho



Dia 5 de Janeiro de 2014, às 10h da manhã, à porta da Acreditar (Rua Professor Lima Basto, 73 - Lisboa), vão juntar-se algumas pessoas, para doação de pequenos brindes aos meninos e meninas que por lá passam.

Exemplos do que se pode doar (novo ou usado, desde que em bom estado): baralhos de cartas, pulseiras, anéis, colares, bolas, canetas, porta-chaves, cds de música, lápis de cor, …).

Eu já tenho algumas coisas (baralho de cartas, berlindes, pulseiras, colares, lápis de pintar, pasta de moldar) para entregar e estou a pensar lá estar no dia 5 de Janeiro.
A ver se, junto de amigos, angario mais uns presentes para esta criançada!

Clique, aqui, para saber mais sobre o evento

O que eu arranjei aqui por casa.


domingo, 15 de setembro de 2013

Summer cleaning - por aqui e por ali

A desorganização caótica deu lugar a uma desorganização organizada, pelo que já não há um local da casa em que eu tenha medo de entrar. Há, ainda, muito por fazer e qualquer outra pessoa que aqui entre vê as coisas com outros olhos: a minha visão é muito mais benévola, porque sei onde comecei e comparo com o que tenho agora (milhões de vezes, melhor!).

Assim, agora, para além da limpeza anual que é necessário fazer: portas, janelas e persiana, paredes, armários, desarradar tudo e limpar atrás e por baixo, azulejos e afins, vou voltando atrás e ver se o que ficou merece uma segunda oportunidade.

Esta semana, voltei atrás em todas as divisões e fui olhando numa volta de 360º e, claro, que há, sempre, mais alguma coisa que tem de arranjar um novo lar que não o meu.

1. Despensa
A máquina da roupa resolveu avariar e a torneira da cozinha ficou sem o filtro. Por isso, precisei de ir à despensa, à caixa onde guardo as ferramentas: precisava de uma chave de parafusos e de uma chave inglesa. Abri a caixa e encontrei o que precisava. Problema: a chave inglesa está perra, não abre toda. Raios! Fui, então, buscar a chave de parafusos para o outro serviço e encontrei uma chave torta (sendo que tenho várias chaves) e, voilá, outra chave inglesa, maior e a funcionar em pleno! Aproveitei e dei uma geral na caixa e, para além, das chaves estragadas, encontrei mais uns artigos que não têm lugar cá em casa.


2. Quarto
Recebi, há uns dias, um conjunto de creme de corpo e loção de banho. Fui arrumar o creme de corpo junto dos outros, no meu quarto. Abro a porta da mesa de cabeceira para os arrumar e comecei a ver resmas de coisas na prateleira. Não, não pode ser! Tudo dali para fora para passar pelo meu olhar clínico: amostras de perfumes que não uso e/ou não gosto, frascos de perfumes vazios, frascos com perfumes que não uso e/ou não gosto e um óleo de amêndoas amargas (deixaram de ser doces lá em 2010).



3. Entrada
A mesinha da entrada, nos últimos dias, tem sido o local onde vou colocando tudo o que encontro e não sei onde pôr, para além das coisas que já lá estavam. Acabou: tudo para o seu lugar e um dos objectos já está à venda. Ficou bem mais vazia. Agora, tenho é de a decorar de forma apelativa e harmoniosa.

4. Sala
Enquanto escrevo, aqui, no blog, estou sentada no sofá da sala e, de quando em vez, vou olhando para a televisão ou, apenas, em meu redor a pensar no que, ainda, falta fazer. De todas estas vezes, o meu olhar cruzava-se com dois porta-velas que comprei numa venda de garagem Gatinhos da Rua, para ajudar e porque gostei muito deles. Continuo a gostar, mas nunca os usei (ou seja, nunca acendi as velas) e estavam a abarrotar a prateleira. Comecei a ficar cansada deles até que resolvi levantar-me, retirá-los da prateleria, fotografá-los e colocá-los à venda no OLX. Agora, estão juntos a tudo o resto que tenho para venda (no fim do ano, vou dar uma reviravolta nestes artigos e decidir o que fazer com os que não tiver conseguido vender).

5. Escritório
Muito mais arejado, este espaço, se bem que, ainda, longe do objectivo final. Vai-se tornando mais difícil destralhar aqui. O olhar tem de ser mais clínico. Mas, mesmo assim, vou encontrando coisas que precisam de uma nova família. Desta vez, foram 3 frascos novos que comprei, julgo que no ano passado, para compôr cabazes de oferta, mas não chegaram a ser necessários; e um garrafa de vidro vazia que guardei caso fosse necessário usar para um qualquer cabaz: mais de um ano depois, não foi, por isso vou libertá-la.

Summer cleaning (cozinha, despensa e wc)

Ando desaparecida das publicações e, na realidade, pouco me tenho dedicado ao destralhamento. O processo tem andado um pouco parado e, quando não está parado, dá baby steps... dos pequeninos...

Há uns dias, voltei a 3locais do crime já visitados e revisitados: a cozinha, a despensa e o wc. Foi pouco coisa, mas tudo tinha sobrado dos destralhamentos anteriores e nem sei porquê!

Desde embalagens de comida estrangeiras e fora de prazo (recordações de uma viagem em 2004... que grande tolice: tenho outras recordações mais sensatas, muitas fotos e belas memórias!), a frascos de perfume vazios, sombras de olhos e elásticos lassos... ainda há de tudo nesta casa. Tudo catalogado no projecto 2013 em 2013 (do 838 ao 849).

sábado, 10 de agosto de 2013

Summer cleaning - mais uma geral pelo escritório

Aos poucos, o meu escritório vai começando a assemelhar-se a uma divisão normal, mas, ainda, há o que fazer.

Como já não há locais específicos para destralhar (os montes desorganizados desapareceram), é a vez de dar gerais, ou seja, ir olhando para as prateleiras, para o chão, para cima da mesa e para dentro do armário e ir vendo aquilo que não faz falta, que está a mais, que não faz sentido...

Encontrei muita, muita coisa: pastas de arquivo, velas, livros, canetas que não escrevem (fui guardando para uma eventual colecção, mas nunca me dediquei, seriamente, a isso), objectos decorativos, papelada variada, sacos, bolsas...




Por outro lado, voltei ao início e ataquei, de novo, a caixa das tralhas (que já tinha sido destralhada). Claro que foram mais umas coisitas embora e consegui colocar, na caixa, outras coisas que estavam sem poiso, pelo que acredito que, se voltar a esta caixa, mais lá para a frente, haja mais destralhamento!


A caixa alojava caixinhas, calendários (mais uma colecção que insistia em fazer, mas à qual nunca me dediquei - foram oferecidos ao pai de uma amigo, que faz, realmente, colecção), cartões caducados (ginásio, transportes públicos variados, cartão jovem...), mais papelada, para não variar mesmo nada e uns desenhos do Ruca, que imprimi, há uns anos, para fazer umas artes (que, claro, nunca cheguei a fazer - os desenhos vão para casa de mamãe, para a sobrinha pintar quando lá for).

É um alívio ir-me livrando destas coisas e, quando, saem, realmente, cá de casa (quer seja para a reciclagem quer seja doado, é um peso que sai de cima de mim).

Tenho dispendido as minhas férias nesta labuta e acho que está a valer a pena.
Não sei se o fim das férias vai coincidir com o fim desta primeira fase de destralhamento (limpeza e organização geral da casa), mas isso não é o mais importante. O mais importante é o que tenho alcançado e aprendido: casa mais liberta de tralha e eu mais desprendida das coisas e recordações materiais. Tem sido uma vitória!

Resultado até ao momento:
Itens destralhados: 732
Dias passados:  222 (sendo que não comecei o projecto no início do ano)

Itens a destralhar: 1281
Dias até ao fim: 143

Ou seja, tenho que fazer 64% do destralhamento em 39% do tempo. C'est la vie!



Summer cleaning - a caixa das receitas

Para além do carrinho dos livros de receitas na cozinha, tenho (ou melhor, tinha) uma caixa cheia (a abarrotar, melhor dizendo) de receitas (folhas soltas, fascículos e revistas).
 

O processo para destralhar foi o seguinte:
- retirar tudo de dentro da caixa e separar por revistas, fascículos e folhas soltas;
- comecei pelas folhas soltas: olhei para cada uma delas (centenas) e escolhi o que achei interessante (algo que eu achasse que iria cozinhar ou de que gostasse do aspecto). Separei e/ou recortei o que fui achando que se encaixava;
- depois, os fascículos (tudo colecções incompletas), com o mesmo critério (não analisei receita a receita, fui pelo aspecto geral, pelo título do fascículo);
- de seguida, as revistas (que, também, não analisei receita a receita, fiz como nos fascículos);
- por fim, a organização das receitas soltas e dos fascículos em pastas de arquivo, o que levou a uma nova análise e a novo destralhamento.


Para além de muita coisa desinteressante, também, havia receitas interessantes, mas que sei que nunca iria cozinhar na vida (quer pela complexidade, pela dificuldade de encontrar os ingredientes quer pela falta de oportunidade para cozinhar para quem apreciasse esse tipo de comida), encontrei, também, receitas duplicadas (não só receitas duplicadas, mas todo um fascículo ou revista). É o que dá ir guardando tudo sem analisar, primeiro!

No fim, fiquei com 1 pasta de arquivo e meia de receitas (1 com fascículos e meia com folhas soltas) e várias revistas.
Não fiquei, totalmente, satisfeita, mas, foi um óptimo trabalho: 8 kgs de destralhamento! A maioria foi para a reciclagem (Papel por Alimentos, do Banco Alimentar, como habitual) e algumas revistas e fascículos foram dados, via Freecycle!

Foi tudo para uma prateleira do armário do escritório e a caixa ficou vazia!


terça-feira, 6 de agosto de 2013

Summer cleaning - o armário do escritório

O armário do escritório pedia (ou melhor, suplicava) uma arrumação há tempos e, apesar do antes e depois, não parecer muito diferente, o facto é que é: cd e capas de cd, papelada, caixas e caixinhas, 1 dossier, peças para manualidades, entre outras coisas que passaram da minha casa para outra, quer seja, reciclagem, doação ou venda.


O armário, ainda, precisa de um segundo destralhamento: as pastas de arquivo do lado direito estão vazias (e são o dobro do que se vê: estão arrumadas de forma a ocupar menos espaço),  tenho muito material de manualidades para rever (a encher a segunda prateleira a contar de cima) e, na última prateleira, no canto direito, tenho todas as fotos de casa de mamãe para digitalizar (tenho é que arranjar tempo e paciência).
Muito para fazer, como podem ver.


No fim, sobrou tudo isto: cerca de 104 artigos removidos!
Como obtive este resultado?
Retirei tudo de dentro do armário, analisei cada uma das coisas e, depois de limpo o pó, voltou só o que devia (pelo menos, o que devia voltar neste 1º destralhamento).




As usual, a Mi quer, sempre, aparecer na foto!

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Summer cleaning - o escritório (again)

O escritório continua desarrumado e com tralha a mais, mas, já tem menos umas coisitas.


O processo é colocar-me no meio da divisão e rodar sobre mim mesma, devagar, e olhar para cada prateleira, para cada canto no chão, com muita atenção. E, assim, vou descobrindo mais coisas das quais me posso deslargar.

Tentei atacar o armário, mas cheguei à conclusão que, para isso, tenho de retirar tudo o que está lá dentro, e, por sua vez, implica que tenho mais espaço no chão em volta. Vai ficar para uma próxima vez. Desta, fiquei-me por uns artigos espalhados pelas prateleiras e gavetas.
Foi um destralhamento fácil e rápido: o monte da fotografia, com 24 artigos, foi encontrado e separado em cerca de 10 minutos.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Summer cleaning - quarto das visitas (continuação)

Hoje, voltei ao quarto das visitas, mais propriamente, ao roupeiro, que já tinha sido destralhado, anteriormente, mas já estava a voltar ao antigamente.
Tudo saíu cá para fora, com excepção das malas penduradas que já estavam organizadas.


Depois de um olhar clínico, o destralhamento foi significativo: roupas, malas e papeladas (que encontrei dentro de um saco); ao todo, 17 "coisas".


O resultado final é um roupeiro mais organizado e arejado.


Este roupeiro grita por uma renovação: uma tinta, aplicações... sei lá... qualquer coisa para o tornar mais bonito.

Summer cleaning - quarto das visitas

O quarto das visitas é a divisão cá de casa que precisa de menos organização e destralhamento, mas, como podem observar pelas fotos, ainda se arranja qualquer coisita:
- papelada, para não variar mesmo nada
- argolas de cortinados nunca usadas
- capas plásticas
- molduras
- .....

Aproveitei o embalo do fim-de-semana, para mais este destralhamento.
Encontra-se, sempre, mais coisas para dar, vender ou deitar fora/reciclar, quando se dá um segundo ou terceiro olhar.
Após a primeira ronda de destralhamento num determinado local, vemos as coisas com outro olhar e sabemos que o que já foi fora não nos faz falta, assim como vai acontecer com algumas das coisas que mantemos guardadas.

Se me arrependo de algo de que me tenha livrado.
Lá mais para a frente é possível; mas, mesmo assim, não há-de ser nada que seja irremediável.

Destralhei muito, mas no global, parece tão pouco. Tenho de ter paciência.

Tudo já actualizado no Projecto 2013 em 2013.
E já lá vão 325 artigos fora!


domingo, 28 de julho de 2013

Summer cleaning - a cozinha

Voltei à cozinha, com especial destaque para o carrinho. Mas, também, ataquei outras zonas deste espaço cada vez menos caótico.
No carrinho, destralhei a gaveta cheia de pequenas coisinhas: papelada, pano para limpar óculos, lápis em fim de vida, guizo (de um brinquedo partido dos gatos), mais mapas de Portugal e sei lá mais o quê! Nas prateleiras do carrinho, foram à vida 20 livros de culinária e, finalmente, ganhei espaço para os livros lindos que estavam empilhados no chão da sala, a um canto.

Para além do carrinho, dei uma geral, de novo, em prateleiras e gavetas e encontrei, para doar ou para o lixo: 3 tampas sem caixa, uma tábua de queijos, um borrifador, 1 comedouro para os gatos, mais papelada e mais umas coisitas (já tudo actualizado no Projecto 2013 em 2013).

O objectivo era encontrar mais coisas que já não me fazem falta e podem ser úteis para outras pessoas ou coisas que tenho em duplicado, triplicado ou quadruplicado (como é isto possível?!?).
Em relação aos livros, não me consegui livrar de todos os que não me fazem falta (na realidade, não sei se algum me faz falta, pois procuro receitas, sempre, na internet, mas, enfim...), mas pus de parte 20 livros, dos quais tenho a certeza de que nunca irei necessitar.

As prateleiras do carrinho tinham este aspecto...


 E, ficaram assim...
Ainda, com muitos livros, mas os da prateleira de cima são os que estavam empilhados na sala, Na de baixo, estão os que estavam na cozinha (menos os 20 que foram passear para outras bandas).
O cestinho tem os brinquedos e as escovas dos gatos (tenho de limpar tudo e destralhar, também).



A cozinha ficou menos cheia:

Summer cleaning - Gatinhos da Rua

Dia inspirado, o de ontem; inspirado para o destralhamento.

Desta vez, foram destralhados alguns (20) artigos que estavam para venda.
Faço parte do projecto Gatinhos da Rua: grupo de amigas que trata, esteriliza, alimenta e encontra famílias para gatinhos de rua. Angariamos dinheiro com a realização de Vendas de Garagem e com vendas online, tudo com artigos doados para esse fim. Eu faço a gestão da página Gatinhos da Rua e das vendas online.

Temos vários artigos, doados para as nossas vendas, desde livros, brinquedos, jogos, DVD, artigos para a casa e muito, muito mais. De quando em vez, é necessário fazer um destralhamento nestes artigos: artigos que estão há muito tempo para venda sem resultado. Escolho os que têm menos probabilidade de serem vendidos; os outros, mesmo que para venda há muitos meses, permanecem. 
Tenho de destralhar, porque tudo isso está armazenado em minha casa.


Sempre um gatinho pronto a ajudar!

sábado, 27 de julho de 2013

Summer cleaning - o escritório (a continuação... sem fim à vista!)

Hoje, acordei rodeada dos meus meninos lindos... que belo acordar!
Deve ter sido por isso que estava cheia de vontade de fazer destralhamentos. 
Desta vez, a vítima foi a mesa do escritório.
Não há explicação para a confusão que lá habitava; aliás, não consigo explicar o estado desta divisão da casa. O escritório é o buraco negro da minha galáxia residencial: tudo lá vai parar!

Como já falei em publicações anteriores, tenho levado este processo de destralhamento com muita calma, porque me sinto assoberbada e sem energia se me ponho a pensar muito sobre a desorganização e desarrumação que me rodeia. Assim, aos poucos, atacando um pequeno ponto de cada vez, sem grandes planos, vou destralhando sem stresses, sem sentimentos de culpa e, mais importante, sem desistências.

Num processo de destralhamento, o pior que pode acontecer, para mim, é pensar grande. Olhar para uma divisão ou para um armário e decidir "Vou arrumar isto tudo!". Tiro tudo para fora e, depois, acho que vou arrumar e organizar tudo. Erro! Pelo menos, eu, quando me decido a projectos destes, falho. Começo bem, mas, depois, encontro qualquer coisa e começar a olhar, de forma mais analítica, ou a recordar algo. E, aí, começa o problema: a seguir a essa coisa, vem outra e mais outra e mais outra... e, quando dou por isso, passaram-se horas e não fiz quase nada. Resultado: desisto com a divisão/armário mais desorganizado do que quando comecei.
Mesmo que não me perca em análises e recordações, se for muita organização para fazer de uma só vez, dificilmente, consigo acabar: porque é muita coisa para decidir (ficar ou deitar fora? Se ficar, onde arrumar? Se deitar fora, o que fazer: lixo, doação, venda?), Se vender, quanto tempo esperar sem vender até decidir outro destino?... e por aí fora). Por outro lado, quando vejo muita desorganização à minha volta, não me decidindo por uma só zona, querendo fazer tudo de uma só vez, não sei por onde começar e sinto-me perdida. Resultado: desisto ao fim de pouco tempo.

Por tudo isto e algo mais, os pequenos passos (uma gaveta, uma mesa, 1m2) de cada vez, está a resultar muito bem, para mim. É um processo muito lento e corro o risco d,e quando chegar ao fim, o início esteja a precisar de mais destralhamento. Mas, espero que isso não aconteça, porque, durante este processo de destralhamento, gostaria de educar a minha mente para evitar a acumulação de tralhas. 
Pelo menos, utilizo, cada vez mais, os 5 R's pelos quais me rejo: 
- Repensar os hábitos de consumo, só adquirindo o que necessito;
- Reduzir, quevem na linha do anterior, reduzindo o consumo
- Recusar: não aceitar e não comprar o não me interessa e o que prejudica o ambiente. Ppor exemplo, não adquirindo sacos de plástico ou recusar panfletos publicitários distribuídos na rua ou caixa do correio; - Reutilizar: faço-o, doando o que já não me faz falta e, ultimamente, após ter aderido ao Freecycle, é ver as coisas a desaparecerem cá de casa a um bom ritmo;
- Reciclar, que é algo que faço há mais de metade da minha vida e que farei para todo o sempre.

Um processo de destralhamento é tão bom para a nossa mente como para o nosso ambiente. 
N'O Lado Verde da Vida, podem ver como coloco em prática os 5 R's.

E, hoje, foi a vez da mesa do escritório que alimentou o Projecto 2013 em 2013 com 17 coisas.

No início, era isto...


... e, no fim, ficou assim. Bem sei que está longe da perfeição. Ainda tem muito por onde se destralhar, mas, já há espaço para que a mesa possa ser utilizada e, mais para a frente, sei que vou melhorar, vão ver!


 Aqui, está o que vai sair cá de casa!