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terça-feira, 28 de julho de 2009

Bruno


Depois de mais um dia de correria louca para cumprir prazos (tem sido assim na última semana) e de ouvir mais uma das inusitadas e inapropriadas perguntas do chefe/patrão (depois de lhe ter respondido não à pergunta se estava mal-disposta ou com dores de cabeça, ouvi "Está com o período?" Após, mostrar o meu desagrado com a pergunta efectuada, ainda ouvi que ,nos tempos que correm, fazer esta pergunta é normal e não é uma invasão de privacidade. Pois claro que não, pensei eu, se eu estivesse a falar com pessoas com quem tenha alguma intimidade e/ou com que conviva, socialmente, o que não é o caso)...

... depois de tudo isto e de ter almoçado uma sopa em 15 minutos e de ter saído 1 hora depois da hora, achei que tinha direito e que precisava de algo para me rir e descontrair.
Daí até ir ao cinema ver o Bruno, foi um instante.

Ri-me do princípio ao fim, apenas com um intervalo para um momento de choque que gelou toda a sala de cinema: a altura em que é abordada a questão das crianças/bebés-modelo é aterradora. É impressionante, muito pela negativa, aquilo que os pais estão dispostos a fazer para ganhar dinheiro através dos filhos. Uma das mães chegou a dizer/concordar que, se fosse necessário, a sua filha de 11 kg (um bebé, portanto), poderia perder 4 a 5 kg, numa semana ,para fazer parte de uma filmagem. Não bastando, concordou, também, que se a bebé não conseguisse perder os kg necessários, faria uma lipoaspiração. E, isto, é só a ponta do icerberg.

O filme tem momentos hilários de tão estúpidos que são. Mas, era isto mesmo que eu estava a precisar.
Tem muitos outros momentos, também eles hilários, mas que mostram muito a realidade americana acerca dos pensamentos e comportamentos homofóbicos, por exemplo.

Vale a pena ir ver.


domingo, 3 de maio de 2009

Dupla Sedução

Não me seduziu!

A história é interessante, tem um fundo de originalidade e uma reviravolta inesperada no final, mas, na minha opinião, não foi muito bem conseguida.
Pareceu-me uma história sem energia, muito parada, pouca química entre as personagens... ou talvez tenha sido pelo adiantado da hora (sessão da meia-noite) que me fez sentir isto (... ou não...).

São dois espiões, ele do MI-6 e ela da CIA. Mais tarde, passam a espiões de empresas privadas e envolvem-se num relacionamento amoroso, não deixando de passar a perna um ao outro. Apesar de amantes e cúmplices, a confiança no outro nunca é plena.

domingo, 1 de março de 2009

Valquíria


Ora, aqui está um filme que me surpreendeu pela positiva.

Já sabia alguns detalhes da história, já tinha visto um filme sobre o mesmo assunto (há muitos anos, na televisão), já sabia como o filme iria acabar, o que iria acontecer... no entanto, dei por mim, várias vezes, ansiosa para saber o que iria acontecer a seguir.
Tomaram esta decisão, elaboraram aquele plano, fizeram isto ou aquilo... o que vai acontecer agora?

Na primeira metade do filme, há momentos um pouco parados, mas, a partir da segunda metade a história torna-se muito mais emocionante.
Não me parece um filme genial, mas é, certamente, dos que vale a pena ir ver.


terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Coraline



Oferta de Markl, o convite duplo para ver o filme Coraline em ante-estreia, com direito a óculos 3D e tudo!

É um filme engraçado, óptimo para levar as crianças e a dobragem portuguesa é muito boa.
Maria Rueff e Ana Bola estão muito bem.

domingo, 25 de janeiro de 2009

All about the ride...

"It's not about what happened in the past, or what you think might happen in the future. It's about the ride, for Christ's sake. There is no point in going through all this crap, if your are not going to enjoy the ride. And you know what... when you least expect something great might come along. Something better then you even planned for."

Personagem Irving Feffer, no filme "Along came Polly"

Tradução livre:
Não é sobre o que aconteceu no passado, ou o que pensas que pode acontecer no futuro. É sobre a experiência, pelo amor de Deus. Não há razão para passar por tudo isto, se não aproveitares a experiência. E, sabes que mais... quando menos esperares, algo maravilhoso pode acontecer. Algo ainda melhor do que o que tinhas planeado.


domingo, 4 de janeiro de 2009

Como perder amigos e alienar outros


E se, de repente, tivesse bilhetes de cinema grátis?
Ía ao cinema como se não houvesse amanhã... heheh...

Eu que, no ano passado, fui ao cinema uma vez (vi o Mamma Mia - uma comédia musical divertida e agradável), vou chegar ao fim de 2009, com, espero, 52 filmes no bucho!

E tudo começou com "Como perder amigos e alinear outros" ("How to lose friends & alienate people", no original).

É uma comédia inglesa passada em Manhattan, com um jornalista como personagem principal. Sidney Young, um jornalista desastrado e mal-educado, é convidado para trabalhar numa prestigiada revista sobre celebridades, em Nova Iorque.
O começo não foi fácil, mas, devido a várias circunstâncias, acaba por adaptar-se a um mundo diferente.
Depois de vender a alma ao diabo, será que é possível voltar atrás?

Uma comédia divertida com um fim esperado.
Não entendo o título na íntegra: como perder amigos? Alienar os outros, sim.


quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Paul Newman: uma modesta homenagem...






































1925 - 2008


Um homem bonito, um actor brilhante, mas, acima de tudo, uma pessoa que se dedicou à sua própria vida e à vida dos outros.

A minha memória mais antiga de Paul Newman, descobri, agora, que é do filme Cool Hand Luke.
Lembro-me dele a sorrir (imagem de marca da personagem), dentro de um carro da polícia, depois de ter sido apanhado, após mais outra fuga da prisão.
Nem tenho a certeza se essa imagem é real, mas é do que lembro!

Um pouco mais sobre Paul Newman

Imagens:
www.theinsider.com
Getty Images

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Finding Neverland

Londres. 1903. O dramaturgo escocês J.M. Barrie (1860-1937) (Johnny Depp) assiste ao falhanço da sua mais recente peça. Na sua procura de inspiração pelos jardins de Kensington conhece a família Llewelyn Davies: quatro jovens rapazes e a sua mãe recentemente viúva, Sylvia (Kate Winslet). Apesar da desaprovação desta amizade por parte da mãe de Sylvia, Emma du Maurier (Julie Christie), e da própria mulher de Barrie, Mary (Radha Mitchell), a amizade com esta família, em especial através das brincadeiras com as crianças, serviu de matéria-prima para a famosa obra Peter Pan.

“Finding Neverland” fala de acreditar na magia, a magia das ligações entre as pessoas, a liberdade e a verdade que devemos manter connosco próprios. E, acima de tudo, de compreendermos o que realmente significa crescer, sem romper com o passado, mas aceitando-o, sabendo encontrar essa tal Terra do Nunca, um lugar para onde as crianças vão quando o seu ser terreno é obrigado a crescer, um lugar seguro, longe das mentiras do mundo adulto, onde estão sempre protegidos.

Realização: Marc Forster. Elenco: Johnny Depp, Kate Winslet, Julie Christie, Rhada Mitchell, Dustin Hoffman, Freddie Highmore, Joe Prospero, Nick Roud, Luke Spill, Ian Hart, Kelly Macdonald. Nacionalidade: EUA / Reino Unido, 2004.

Fonte: Cinerama



Um dos meus actores favoritos, pela sua versatilidade e pela fantástica interpretação das suas personagens, às quais se entrega de uma forma deliciosa!

Quero ver todos!

Filmografia / Biografia

Imagens:
http://www.reelingreviews.com
http://www.criticsrant.com