
... depois de tudo isto e de ter almoçado uma sopa em 15 minutos e de ter saído 1 hora depois da hora, achei que tinha direito e que precisava de algo para me rir e descontrair.
Daí até ir ao cinema ver o Bruno, foi um instante.
Ri-me do princípio ao fim, apenas com um intervalo para um momento de choque que gelou toda a sala de cinema: a altura em que é abordada a questão das crianças/bebés-modelo é aterradora. É impressionante, muito pela negativa, aquilo que os pais estão dispostos a fazer para ganhar dinheiro através dos filhos. Uma das mães chegou a dizer/concordar que, se fosse necessário, a sua filha de 11 kg (um bebé, portanto), poderia perder 4 a 5 kg, numa semana ,para fazer parte de uma filmagem. Não bastando, concordou, também, que se a bebé não conseguisse perder os kg necessários, faria uma lipoaspiração. E, isto, é só a ponta do icerberg.
O filme tem momentos hilários de tão estúpidos que são. Mas, era isto mesmo que eu estava a precisar.
Tem muitos outros momentos, também eles hilários, mas que mostram muito a realidade americana acerca dos pensamentos e comportamentos homofóbicos, por exemplo.
Vale a pena ir ver.







