She May be the face I can't forget The trace of pleasure or regret May be my treasure or the price I have to pay She May be the song that summer sings May be the chill that autumn brings May be a hundred different things Within the measure of a day
She May be the beauty or the beast May be the famine or the feast May turn each day into a heaven or a hell She may be the mirror of my dreams The smile reflected in a stream She may not be what she may seem Inside her shell
She Who always seems so happy in a crowd Whose eyes can be so private and so proud No one's allowed to see them when they cry She May be the love that cannot hope to last May come to me from shadows of the past That I'll remember till the day I die
She May be the reason I survive The why and wherefore I'm alive The one I'll care for through the rough in ready years Me I'll take her laughter and her tears And make them all my souvenirs For where she goes I've got to be The meaning of my life is
She She, oh she
(para todas as mulheres do mundo, mas, em especial, para as mulheres da minha vida)
Há dias em que vento e praia são uma boa combinação: fechar os olhos, sentir o vento nos cabelos e o sol na cara. Sei que há coisas bem melhores, mas esta é das boas.
Depois de, nos últimos tempos, ter-me perdido com comidinhas demasiado calóricas, resolvi confeccionar algo mais saudável, mas, igualmente, saboroso: uma mistura de vegetais com perú.
Ingredientes: 1 bife de perú cogumelos rebentos de soja rebentos de bambú espargos azeite alho em pó manjericão, óregãos, cominhos
Corte o bife de perú em pedaços pequenos e leve a alourar numa frigideira com azeite e alho. Adicione os cogumelos, os rebentos de soja e de bambú e os espargos cortados em pedaços. Tempere com cominhos, manjericão e óregãos. Misture bem, tape e deixe cozinhar durante cerca de 10 minutos em lume brando.
Budapeste, dos Mão Morta, acompanhou-me no fim da viagem para o trabalho, no Programa da Manhã, da Antena 3.
Pensei eu, com enfado: "Lá vou eu ficar a ouvir uma música dos Mão Morta."
Fiquei e surpeendi-me: conheço a música, mas não a relacionava com os Mão Morta. Sou uma ignorante musical. Fez-me lembrar os concertos de covers, nos Pavilhões da Feira de Santiago, no início da minha adolescência. Belos e divertidos tempos. Lembram-se? A lembrança destes concertos, trouxe-me, também, à memória uma banda de Santo André, os Escarro Social (não me recordei pelas músicas, das quais não me lembro, mas sim pelo nome sonante). Ainda andam por aí?
Deixo-vos com Budapeste desta banda que comemora 25 anos de existência:
José Paulo Alcobia, hoje, na Antena 3, acerca do filme "Watchmen", utilizou a palavra "guardiões", que, prontamente, corrigiu para "guardiães", com risos de desculpa pelo erro cometido (risos seus e dos seus colegas de emissão).
Ó Zé Paulo (peço desculpa pela intimidade, mas faz tantas viagens de carro comigo, que me sinto à vontade para o tratar assim), este é um daqueles casos em, que, quer utilize uma palavra quer utilize outra, está sempre certo!
Ando inspirada para cozinhar, e o melhor é aproveitar enquanto dura.
Pus a minha imaginação a trabalhar e saíu isto:
Ingredientes tomates cogumelos pão tipo baguete frango cozido desfiado queijo ralado ou em cubos azeite alho em pó orégãos manjericão louro
Pele e corte os tomates em pedaços pequenos. Leve ao lume, num tacho com azeite e alho. Tempere com óregãos, manjericão e uma folha de louro. Deixe cozinhar até apurar bem.
Entretanto, numa frigideira, com azeite e alho, cozinhe os cogumelos. Tempere com óregãos e manjericão e mexa bem. Adicione o frango e deixe cozinhar mais um pouco.
Corte os pães em metades. Espalhe o molho de tomate sobre cada uma das metades e, por cima, coloque os cogumelos e o frango. Polvilhe com o queijo e regue com um fio de azeite. Leve ao forno até o pão torrar, ligeiramente e o queijo derreter.
Nota: num dos pães, coloquei feijão encarnado, só para experimentar (estava booommm!)
Adenda:
Como estava tão bom, experimentei fazer com camarão (em substituição dos cogumelos e frango). Deixa cá ver como ficou... schlép... schlép...
Ora, aqui está um filme que me surpreendeu pela positiva.
Já sabia alguns detalhes da história, já tinha visto um filme sobre o mesmo assunto (há muitos anos, na televisão), já sabia como o filme iria acabar, o que iria acontecer... no entanto, dei por mim, várias vezes, ansiosa para saber o que iria acontecer a seguir. Tomaram esta decisão, elaboraram aquele plano, fizeram isto ou aquilo... o que vai acontecer agora?
Na primeira metade do filme, há momentos um pouco parados, mas, a partir da segunda metade a história torna-se muito mais emocionante. Não me parece um filme genial, mas é, certamente, dos que vale a pena ir ver.