sábado, 20 de agosto de 2005

Fazes-me falta!

Fazes-me falta!
Sinto-me sozinho!
Sinto falta do teu corpo aninhado no meu.
Sinto falta do teu calor nos meus pés.
Sinto falta do teu cheiro a pairar por toda a casa.
Sinto falta do teu sabor nos meus lábios, na minha boca.
Sinto saudades de ti, do teu sorriso, das tuas gargalhadas, das tuas palavras, dos teus abraços, dos teus beijos, do teu choro, das tuas lágrimas, da tua alegria e da tua tristeza, do teu humor, das tuas zangas, das tuas piadas, da tua cara, do teu corpo...
Sinto saudades de estar perto de ti.
Sinto saudades de te tocar, de te beijar, de te amar.
Sinto saudades tuas.
Preciso tanto de ti.
Por isso, não consigo dormir. Não consigo dormir, porque não suporto o silêncio, o vazio que tu deixaste. Não consigo dormir, porque, ao meu lado, na cama, não há ninguém. POrque, na almofada, não há ninguém; porque, nos lençóis, não há ninguém! Porque é que foste embora?
Sinto saudades de estar perto de ti.
Sinto saudades de te tocar, de te beijar, de te amar.
Sinto saudades tuas.
Preciso tanto de ti.
Por isso, não consigo dormir. Não consigo dormir, porque não suporto o silêncio, o vazio que tu nunca preencheste. Não consigo dormir, porque, ao meu lado, na cama, na almofada, nos lençóis, não houve ninguém! Porque é que nunca estiveste comigo?
Fazes-me falta!

3 comentários:

Batista disse...

...caramba! Estou esmagado...o que eu andei a perder!

Santiagando disse...

Tempos em que as palavras fluiam assim.
Agora, tenho estado muito menos inspirada.

Batista disse...

Só me lamentei por não ter tido a estes tempos mais cedo, quando as palavras fluiam assim!

Mas nem por isso deixa de ser menos interessante! É que não deixa mesmo!