segunda-feira, 20 de julho de 2009

Socorro...!

"
- Carlos, o contrato da D. Marilú tem que ir para a morada da mãe.
- Maria, o envelope já tem a morada que tinhas indicado, anteriormente. Pretendes, então, que se altere?
- O contrato tem que ser entregue na morada da mãe da D. Marilú.
- Mas, como queres tu que o envelope com a morada da D. Marilú vá para a morada da mãe, se tem a morada da D. Marilú?
- A morada de envio do envelope com o contrato tem que ser alterada, pois são diferentes.
- Tivesses logo dito que era para mudar a morada!"

Questão que prevalece: o pedido inicial não dá logo a entender o que tem de ser feito? Tudo bem que o pedido não foi feito letra a letra, ponto a ponto. Contudo, supõe-se que uma pessoa que trabalha numa empresa tenha capacidade para pensar (e, neste caso, ao nível mais básico).

Nota: é uma história adaptada, por forma a manter o anonimato dos intervenientes. O assunto em questão nada teve a ver com cartas e contratos, mas a história acima, dá uma ideia da perda de tempo e da ineficácia subjacentes.


2 comentários:

Nuno disse...

está provado, que além dos portugueses falarem muito, tornam-se repetitivos...

também ando assim também... burro e bloqueado... deve ser da idade

Santiagando disse...

Lol... eu confesso que, ultimamente, tenho tido alguma dificuldade em lidar com os bloqueios alheios... até porque sou eu quem tem de os consertar... enfim...